Aliança rejeitada
Foto: Arquivo
A recém-instituída federação entre PP e UNIÃO BRASIL não foi positiva para todos. Na pacata Major Gercino, por exemplo, o desconforto com a junção tem sido literal e manifesto. E não por menos: três dos quatro vereadores de oposição ao prefeito Rodrigo dos Santos (PP) são justamente filiados ao UNIÃO.
Foto: ArquivoAs diferenças se agravam com a liderança do ex-prefeito Valmor Pedro Kammers (foto), outro unionista que mantém rivalidade aberta com Santos e a atual gestão. Ou seja: no menor município do Vale, o governo e seus mais severos contendores foram postos no mesmo balaio.
Para o jornal Correio Catarinense, Kammers sinalizou a possibilidade de desembarque. Uma das condições de primeira ordem seria a confirmação da candidatura de João Rodrigues (PSD) ao governo estadual em 2026, para, então, migrar ao PSD.
Resta a dúvida, entretanto, se a representação do UNIÃO majorense seguiria o ex-chefe do Executivo local e entregaria o partido esvaziado ao PP.
Últimas do Blog
Política
Perda
Morre aos 77 anos o ex-vereador Saul Reitz, que cumpriu seis mandatos na Câmara Municipal de São João Batista; prefeitura decreta luto de três dias
Política
Militância digital
Com 810 votos conquistados, candidata a deputada federal de Porto Belo promove mobilização nas redes sociais contra Flávio Bolsonaro: "É o Collor 2.0"
Política
Projeto local
Com mais de 70% dos votos para deputada estadual recebidos no município, vereadora de Tijucas pode ter usado candidatura como ensaio para 2028
