Verde e amarelo
Não que isso faça alguma diferença, mas o dinossauro de Tijucas, na Praça Henrique Ternes, passou três Copas do Mundo trajado de verde. As administrações do MDB não admitiam vestir a estátua com uma camisa amarela – tradicional da Seleção Brasileira e dos adversários colas-brancas. Absolutamente compreensível, considerada a rixa ferrenha e interminável entre as duas principais frentes políticas do município.
E quando, enfim, com os canarinhos no poder, o dinossauro pôde novamente ser mais um símbolo patriótico na Copa, com o amarelo do escrete nacional, ele continuou nu, sem torcida. Pois, então?!
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