Prazo estabelecido
Foto: Brenno Gonçalves/ Arquivo LDF
Se a maternidade do Hospital São José, em Tijucas, segue desativada, o problema deixou de ser a falta de recursos. Pelo menos foi o que garantiu o prefeito Maickon Campos Sgrott (PL) à reportagem do Jornal Razão, semana passada. De acordo com o chefe do Executivo municipal, a responsabilidade, agora, passa a ser do Igaps (Instituto de Gestão, Administração e Pesquisa em Saúde), que comanda a unidade.
Foto: Brenno Gonçalves/ Arquivo LDFCampos Sgrott frisou que o montante de R$ 550 mil aportados mensalmente pelo município no hospital seria suficiente para que o serviço fosse retomado. E mais: que uma UTI com 10 leitos e a melhoria do setor de emergência seriam, neste momento, perfeitamente viáveis. O prefeito calcula que o aumento da demanda, com o crescimento populacional de Tijucas, requer a expansão da estrutura de urgência no hospital.
O plano foi posto em discussão, em tom de cobrança, dias atrás, durante reunião do Poder Público com o Igaps. A reabertura da maternidade e a melhoria do atendimento emergencial foram definidas como metas prioritárias da parceria. Campos Sgrott exigiu que a UTI esteja instalada e em funcionamento ainda neste ano, e que, no máximo em 2027, os próximos tijuquenses voltem a nascer na cidade.
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