Papel
As impressoras do Poder Legislativo de Tijucas estão famintas. Não há papel, nem nas máquinas e nem no almoxarifado. É a crise, o racionamento, a reconquista da moralidade depois dos escândalos da Operação Iceberg.
Aos servidores da casa, a presidente Elizabete Mianes da Silva (PMDB) justifica que é necessário aguardar pelas licitações. Ainda que o material seja básico; tão essencial quanto o papel higiênico e a água mineral, ultimamente rateados nas vaquinhas entre funcionários.
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