Barrado
“Discriminação” foi o termo usado pelo paratleta Ymanitu Silva, de Tijucas, ao ser impedido de embarcar para o Brasil no check-in do Aeroporto Internacional de Seul, depois de participações em competições de tênis em cadeiras de rodas na Coreia do Sul. “A Qatar (Airways) não quis me levar, não teve jeito”, lamentou o tijuquense em vídeo nas redes sociais.
De acordo com a companhia aérea, Silva precisaria de um acompanhante ou de um relatório médico para poder viajar sozinho, dadas as suas limitações. “Em 13 anos viajando pelo mundo, é a primeira vez que vejo isso”, desabafou o oitavo melhor paratenista do mundo.
Many passou a noite no aeroporto e dormiu em um banco de madeira. Estranhamente, a Qatar Airwais não prestou assistência, realocação ou hospedagem para o tijuquense.
Ontem, ele embarcou normalmente com a Delta Air Lines, sem exigências de acompanhamento ou documentação médica, e voltou para casa. “Assim que chegou, ele só quis tomar um banho e dormir”, contou, com exclusividade ao Blog, a esposa do paratleta, Thaise Orsi. A família estuda uma representação judicial contra a Qatar Airway.
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