Casamento em crise
Ilustração de campanha
O enlace político entre o prefeito Juliano Peixer (UNIÃO) e o PP, partido do vice-prefeito Mateus Galliani, dá sinais cada vez mais evidentes de desgaste em São João Batista. Embora os ruídos não sejam exatamente uma novidade – surgiram nos primeiros dias pós-eleições, ainda em 2024 –, recentemente o desentendimento deixou os bastidores e ganhou os microfones.
Ilustração de campanhaEm entrevista à Rádio Super, ontem, o vereador Jardel Corrêa (PP) decidiu escancarar. “Se para governar ele não precisa de uma equipe ao redor, na campanha precisou. Ou sozinho ele chegaria a algum lugar?”, provocou.
Para o líder do PP na Câmara, os quatro anos de governo deveriam refletir a fraternidade do período eleitoral. “Qual a diferença entre uma equipe que trabalha 90 dias e depois, passada a eleição, é descartada como se não tivesse mais serventia? Para subir no palanque, bater de porta em porta, quem deu a cara?”, questionou Corrêa em tom de desabafo.
O caso, por enquanto, é o de estremecimento nas relações. E não seria inédito. Na Capital Catarinense do Calçado, alianças políticas costumam ser frágeis, e poucos governos terminaram com os mesmos personagens que os fizeram vitoriosos nas urnas abraçados. Pois então…
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