Guarda-roupas revirado
Foto: Reprodução/Instagram
Era de se esperar que a deputada estadual Ana Paula da Silva (PODE), de Bombinhas, fosse responder a regulamentação interna que disciplina o vestuário das mulheres no Legislativo catarinense, aprovada enquanto ela esteve licenciada.
Foto: Reprodução/InstagramNo retorno ao parlamento, Paulinha expressou contrariedade à proposta na tribuna e questionou sua relevância. A bombinense elencou prioridades como infraestrutura, saúde e educação para ilustrar debates que considera mais importantes.
“Não podemos parar para discutir como uma mulher se veste no trabalho. Que vai medir o tamanho da saia, a transparência da blusa?”, indagou.
A parlamentar defendeu a liberdade, classificando a interferência no traje feminino como “opressão com aparência de regra”.
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AUTORIA
O projeto de Lei que alterou o regimento interno da Assembleia Legislativa e estabeleceu a obrigatoriedade do uso de traje passeio completo aos participantes das sessões realizadas no plenário da Casa – ou seja, proíbe roupas curtas, justas, transparentes ou com cortes que exponham partes do corpo –, e que definitivamente contraria os padrões de figurino de Paulinha, partiu da colega Ana Campagnolo (PL).
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