Contrariedade
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Embora o prefeito Maickon Campos Sgrott (PP) tenha argumentado que o polêmico reajuste do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) não seja propriamente um aumento, mas a valorização dos imóveis no município, a justificativa parece não ter sido suficiente para convencer políticos e partidos de oposição.
Foto: ReproduçãoAlguns deles, inclusive, têm se posicionado nas redes sociais e orientado sua base a rejeitar a proposta assim que for posta em avaliação na Câmara.
Caso, a propósito, do REPUBLICANOS, recém-instituído em Tijucas, atrelado ao PL e em linha de oposição branda – com trânsito livre na prefeitura e dinâmica de parceria, com recursos do deputado federal Jorge Goetten direcionados aos cofres do município –, que decidiu publicar manifesto nas redes sociais.
Seu presidente, empresário Alberto Carlos Dolorini, popular Tito, assina a nota e diz que “penalizar o contribuinte não é o caminho para o desenvolvimento sustentável de Tijucas”. O comunicado do REPUBLICANOS pede, ainda, “fundamentação técnica sólida” que justifique o reajuste, tratado pela regência do partido como “desproporcional”.
Outras agremiações políticas do município que usaram o mesmo artifício para refutar o aumento no IPTU foram o MDB, o PL e o NOVO.
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