Sim, se pode
Quanto custa a controversa sessão solene da Câmara Municipal para os cofres públicos de Tijucas? A pergunta, clássica e recorrente, sempre deixa alguém com a pulga atrás da orelha. Justifica-se os gastos, expõe-se vantagens, fala-se de importância e tradição, mas não se cria soluções para as fissuras no caixa do município. Algo, porém, parece estar mudando.
Desta vez, a proposito, não se alugou um clube ou restaurante para a realização do evento. Os galardões – as medalha de mérito “Maria Gallotti”, “Coronel Bayer” e “Município de Tijucas”, os títulos de Cidadão Honorário e Cidadão Benemérito, e o troféu “Amigo da Comunidade” – foram entregues no Anfiteatro Leda Regina de Souza, que é patrimônio do município e serve, evidentemente, para estes fins. E a festa, com coquetel e convidados, numa casa de espetáculos da cidade, foi financiada pelos próprios vereadores, que compraram e distribuíram os convites, e garantiram o custeio do evento sem ônus ao tesouro municipal.
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Alguém está sendo bem pago e não são os vereadores (recebem por volta de 15 mil, incluindo salários, encargos, assessores, benefícios, etc)…
Carudo e Léo Nunes defendendo gastos de 3, 4 mil reais só com medalhas, enquanto faltam remédios nas prateleiras dos postos de saúde?
Alguma coisa errada não está certa…
Que bom que o exemplo partiu da casa do povo, e que seja seguido por muitos anos. Meus parabéns.