Da FCF para a FME
Quem imaginou que com a conclusão, sábado (16), sem maiores problemas, do Campeonato Municipal de Futebol Amador – principal competição esportiva de Tijucas – a contestada gestão da FME (Fundação Municipal de Esportes) encontrasse a paz e o sossego, pode ter se enganado. Passarinho incolor, empoleirado na cumeeira do paço, revela que as conversas por alterações no comando do departamento continuam.
Diz a ave sinistra que o ex-coordenador da Comissão de Arbitragem da FCF (Federação Catarinense de Futebol), Júnior Moresco, com raízes e família em Tijucas, mais precisamente na localidade de Oliveira, pode surgir, em breve ou nunca, na superintendência da fundação.
Moresco, aliado e amigo particular do finado presidente Delfim Pádua Peixoto Filho, anunciou em janeiro a saída da FCF. Disse, pelo Twitter, que o atual mandatário do futebol catarinense, Rubens Angelotti, não respeitou sua história de 15 anos na federação, e que decidiu, por “caráter” e “falta de compatibilidade”, se desligar completamente da entidade.
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João Bobo, realmente és um bobo.
Léo, você como bom jornalista deveria apurar o por quê realmente de sua saída da FCF.
Porque tem que trazer gente de fora se nos temos aqui temos por exemplo o julio que ficou 24 anos na liga e sempre fez grandes campeonatos da região que é do partido cola branca porque não dão uma chance pra este baluarte que foi do futebol do vale
Mas o Delfim não morreu ? ou é assombração,
Amigo Cachaceiro, procure no Aurélio a definição do vocábulo “finado”, que precede o nome do ex-presidente da FCF no texto da notícia. Quem sabe traga um pouco de sobriedade à sua observação etílica. Forte abraço!