Lixo camuflado
Foto: Gaeco/Arquivo
A faxina contra a corrupção em Santa Catarina ganhou mais um capítulo nesta manhã. A sexta fase da Operação Mensageiro, que investiga contratos milionários de coleta de lixo, bateu na porta de outros dez municípios. Entre eles, Bombinhas, na nossa Costa Esmeralda.
Foto: Gaeco/ArquivoForam três prisões preventivas e nada menos que 36 mandados de busca e apreensão em residências e empresas. O alvo? Um esquema de fraudes em licitações e lavagem de dinheiro no recolhimento de resíduos sólidos.
Entre os investigados aparecem servidores, ex-servidores e até ex-prefeitos de Rio do Sul e Braço do Norte. A ideia da força-tarefa é avançar na reunião de provas e apertar o cerco contra crimes funcionais cometidos por agentes públicos. Não há detalhes sobre em quais locais e quem seriam os envolvidos em Bombinhas, pelo menos por enquanto.
A operação, que iniciou em 2022, corre sob sigilo judicial. Mas o recado do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) é claro: não adianta varrer a sujeira para debaixo do tapete, porque mais etapas da investigação ainda estão por vir.
Os contratos de lixo continuam produzindo muito mais resíduos do que se poderia supor.
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