Reinício
De modo inesperado, hoje pela manhã, o vereador Jean Carlos de Sieno dos Santos (PSC) encaminhou ofício ao comando do Poder Legislativo municipal com requerimento de renúncia aos cargos de vice-presidente da mesa diretora da Câmara e de membro da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Oficialmente, o parlamentar justifica que a petição tenha “motivos de saúde”; mas nas coxias da Casa do Povo especula-se que, depois das recentes dificuldades com o governo municipal – noticiadas pelo blog sob o título “Passo atrás” –, ele esteja retomando o ponto zero na escala das negociações e optando pela neutralidade.
Nesse vão, o vereador Esaú Bayer (PMDB) antecipou-se aos colegas e, na mesma intensidade, se dispôs a ocupar o lugar de Sieno dos Santos na vice-presidência da Câmara.
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Não sei como alguem sai de casa para votar nessa impafia, ta louco. O cara se acha.
Eu não botava fé no Jean. .. com o tempo se mostrou perspicaz na política. …
Parecia indo bem… contribuindo para o município, ajudando a governar. .. porém parece q ele está mesmo é pensando apenas no seu umbigo…
Goleiro Fabiano é que está se mostrando o cara da vez….
Fabiano, bota pra votar aquela lei contra os q querem fazer da casa do povo um trampolim.
Essa lei q faz legislador q for pro executivo renunciar ao cargo é lei de altíssima categoria. ..
Bota pra votar e mostra pro povo quem é contra!
Que pena Jean…
Ao que consta, nos reinos onde se pratica a legalidade, a renúncia ao posto deve ser SEGUIDA NECESSARIAMENTE de nova eleição para o cargo vago… Eleição e não “disponibilização”.
Se o neófito e “perdido” vereador quer ser o vice da legislatura, DEVE APRESENTAR CANDIDATURA, oficialmente e a mesa, na primeira sessão legislativa após a vacância, deve realizar o pleito…
Que pena, Tijucas!
vai querer ser presidente do legislativo, pode crer, para ficar na crista. Vai trai o grupo que o elegeu. Assim vai perdendo a pouca credibilidade que tem.
Neutralidade?
A propósito. Alguém já leu o livro “O Caminho da Servidão” de Friedrich Hayek. (recomendo)
(…)o fato de que o fracasso das políticas instituídas pelos planejadores centrais seria, segundo ele, sempre justificado pela falta de poder estatal para vencer as resistências aos planos, o que acaba levando ao uso ainda mais extensivo da violência contra os divergentes e à imposição de restrições à população em geral.
A esta, por sua vez, era passada a mensagem de que o planejamento central só funcionaria sob um governo muito forte, o único capaz de fazer as coisas funcionarem. Frente aos repetidos fracassos do planejamento central, devidos à impossibilidade de planejadores racionais dominarem o número de informações necessário para controlar todas as relações econômicas de uma sociedade complexa, o uso da força crescia como falsa solução para os problemas de desabastecimento e miséria, num círculo vicioso (…)
Tonni Lima