Otimismo compreensível
O lateral esquerdo do Flamengo, Filipe Luís, de fato fez contato com os pais da pequena Anna Laura Orsi Batista, de Nova Trento, que luta contra a AME (Atrofia Muscular Espinhal) e precisa de R$ 12 milhões para pagar o tratamento. Ele se dispôs a ajudar no que for possível; mas não é verdade — pelo menos, por enquanto — que o clube carioca foi mobilizado na campanha Salve a Laurinha, e que deve expor um mosaico com o rosto da criança no próximo jogo do Campeonato Brasileiro, no Maracanã. A notícia, compreensivelmente otimista, foi divulgada por um amigo da família em grupos de conversação online e gerou grande expectativa na região.
O que há, na realidade, segundo os mantenedores do projeto de arrecadação de recursos, é, neste momento, apenas a disposição do jogador em contribuir e, quem sabe, envolver o Rubro-Negro na proposta. Na esperança, foram enviadas 20 camisetas da campanha para a sede do Flamengo, no Rio de Janeiro, para facilitar o trabalho junto à diretoria do clube. A ideia inicial é que os atletas entrem em campo, no início de alguma partida com transmissão nacional, com a hashtag Salve a Laurinha no peito.
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