Rodada dupla
Foto: CMT/Divulgação
Precisou-se de apenas uma sessão para que o projeto que mexe na espinha dorsal da máquina administrativa de Tijucas recebesse sinal verde. Ontem, a Câmara aprovou, em duas votações associadas ao mesmo espaço e tempo, a proposta enviada pelo prefeito Maickon Campos Sgrott (PP), ainda que sob protestos da oposição, que não engoliu a quebra do interstício regimental.
Foto: CMT/DivulgaçãoO texto não tem timidez, já que cria quatro novas secretarias: Casa Civil e Relações Institucionais, Segurança Pública, Planejamento Urbano e Pesca e Aquicultura. Além disso, encolhe a atual Secretaria de Agricultura, Pesca e Meio Ambiente, que passa a se chamar apenas Agricultura. Na esteira das novidades, surgem também os conselhos municipais de Segurança Pública (Comseg) e de Pesca e Aquicultura (Compesca). E, como bônus, o superintendente da Fundação Municipal de Esportes passa a ser remunerado como secretário.
No placar, vitória do governo: sete votos a favor com Écio Hélio de Melo (PL), Flávio Henrique Souza (MDB), Júlio César Bucoski (PP), Maria Edésia da Silva Vargas (PP), Maurício Poli (UNIÃO), Nadir Olindina Amorim (PSD) e Paulo César Pereira (PSD), contra os quatro resistentes de Esaú Bayer (PL), Fabiano Morfelle (MDB), Lizandra Dadam (NOVO) e Renato Laurindo Júnior (PL).
Entre as manobras regimentais, ainda houve espaço para a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) emplacar uma emenda modificativa, aprovada por ampla maioria, que podou a criação de dois cargos de assessor jurídico. Pequena concessão em meio a uma mudança estrutural ampla.
A caneta do Executivo segue carregada e triunfante, e a base, que iniciou a legislatura acanhada e se tornou maioria absoluta, vem garantindo as venturas do governo na Casa do Povo.
Últimas do Blog
Política
Convocação
Comitiva catarinense participa de gravação institucional do PP em Brasília com André Callai, chefe de gabinete de Altair Silva, entre os convidados
Sociedade
Conexão
Em celebração antecipada, administração do bairro-cidade Flores de Sal recebe prefeitos da região para confraternização do Dia do Trabalhador
Jackson Laurindo
O dilema de Chiodini no MDB
Jackson Laurindo: "Essa crise tem raízes na dificuldade histórica de reconstruir uma liderança unificadora após a morte de Luiz Henrique da Silveira"

Vergonhoso. Aliás esse o prefeike por enquanto ainda não disse pro que veio.
Ou disse, vai imitar a porcaria que foi o mandato do pai dele.
A única dessas secretarias e alterações que se justifica é a da Seg. Pública. As demais são cabides de emprego.
Projeto cheio de ilegalidades, quem apurara-las? Mais de 5 milhões por ano em novos salários para mais de 30 novos cargos para o prefeito. Tão de gozação, né? E a foto que ilustra a nota da coluna? Quanta gente nula por ali só para fazer pressão. E o preço do pacotão? Alguém vai apurar? Pq os votos do Flávio e do Danone/Écio não devem ter sido baratos…