Exílio
Há feridas que demoram a cicatrizar; e outras que, mesmo curadas, ainda doem. Desde o fim de 2018, quando insistiu na reeleição à presidência do Legislativo municipal — mesmo com o tratado situacionista de alternância no posto — e causou desgastes onerosos no grupo, o vereador Juarez Soares (CIDA) amarga a indiferença dos colegas pró-governo na Câmara. Nem para as reuniões da bancada, a propósito, ele tem recebido convites.
Isolado, o agente penitenciário, parlamentar estreante, pode ter encontrado guarida na oposição. A rubrica no projeto de extensão do mandato de presidente da Casa do Povo para dois anos é, para os correligionários, um forte indício. Na proposta, são signatários apenas os vereadores oposicionistas, além de Soares — que, ou não sabe que os confrades não apoiam, ou já decidiu a quem acompanhar daqui por diante.
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