Férias forçadas
A fadiga de três anos ininterruptos à frente do Executivo municipal, além de postergadas acuidades médicas, podem tirar o prefeito Elói Mariano Rocha (PSD) da cadeira por 30 dias, muito possivelmente em dezembro. O tempo serviria, sobretudo, para atender aos chamados clínicos, recarregar as baterias e projetar 2020 — que, por ser ano eleitoral, deve exigir dedicação extra do mandatário tijuquense e pré-candidato à reeleição.
Prestes a voltar de férias, o vice-prefeito Adalto Gomes (PL) garante que ainda não recebeu qualquer comunicado oficial. O adjunto volta ao paço — e ao comando da Secretaria Municipal de Obras, Transportes e Serviços Públicos — na segunda-feira (11) e pode, de pronto, como presente de boas-vindas, ser informado da transmissão do cargo.
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