Descontente
Foto: Arquivo Pessoal
O experiente vereador reeleito de Canelinha, Eloir João Reis (PSD), o Lico, não digeriu bem o tratado de divisão da presidência do Legislativo arquitetado por cinco parlamentares eleitos na base governista, da qual também fazia parte. Pelo contrário.
Foto: Arquivo PessoalAo ouvir a proposta e descobrir que não seria contemplado no projeto, dias atrás, o ex-prefeito e ex-vice-prefeito – conhecido pelo perfil moderado -, elevou o tom com os correligionários. Reis argumentava que sua “história política” tinha que ser “respeitada” e que, por isso, deveria presidir a Casa do Povo por pelo menos um ano.
O grupo, que já somava o número de votos necessários para a vitória na eleição interna, não desistiu da ideia e manteve o acordo. Alguns, inclusive, lembraram o atual presidente do parlamento canelinhense que, no passado, apoiaram seus projetos políticos, com trabalhos, votos e até aportes financeiros para as campanhas.
CONTRA-ATAQUE
Especula-se que, desde a fatídica reunião, Lico estaria buscando apoio na trincheira oposicionista da próxima legislatura. Com os três votos da ala somados ao próprio sufrágio, o ex-prefeito dependeria apenas de um dissidente da aliança governista para alcançar novamente o posto.
As primeiras sondagens, a propósito, já teriam acontecido, mas as respostas, segundo apurado pelo Blog, foram negativas.
Últimas do Blog
Jackson Laurindo
Lunelli embaralha a corrida ao Senado
Jackson Laurindo: candidatura de Lunelli ao Senado pode atrair eleitores que rejeitam Carlos Bolsonaro e enxergam Esperidião Amin como desgastado
Economia
Rota da fama
Celso Portiolli compra apartamento em Porto Belo e se rende à região: "É muito difícil um lugar no mundo ter a beleza que tem aqui"
Política
Pacto gravado
Em áudio vazado, prefeito de São João Batista sugere acordo com PSD e "deixar MDB e PP um de cada lado"; apoiadores dizem que mensagens são antigas
