Explicações
Foto: Arquivo Pessoal
Os momentos seguintes à eleição do vereador Cláudio Eduardo de Souza (MDB), de Tijucas, como presidente do Poder Legislativo municipal, foram de tensão e os ânimos ficaram exaltados na executiva emedebista.
Foto: Arquivo PessoalO ex-vereador Juarez Soares, que concorreu ao parlamento em outubro passado, tomou a frente nas discussões e aconselhou o colega Fabiano Morfelle (MDB) a explicar publicamente o seu voto, para evitar qualquer mal entendido.
Em tese, Morfelle teria votado “contra” o partido, sobretudo após seu colega de bancada, Flávio Henrique Souza (MDB), declarar seu voto com a frase: “Voto no MDB, voto no Cláudio do Jornal”. A prática, porém, é diferente.
Morfelle havia participado da reunião com membros do PL e do próprio MDB. Nela, chegou-se a decisão de que um liberalista presidiria a Câmara de Vereadores em 2025. No ano seguinte, seria a vez de um emedebista. Em consenso, Esaú Bayer e Flávio Souza, respectivamente.
Portanto, internamente, o voto de Morfelle em Bayer foi encarado como um ato de lealdade ao partido – já que cumpriu aquilo que acordou -, e, principalmente, ao grupo de oposição.
DEFESA
O presidente do MDB tijuquense, Elmis Mannrich, presente no encontro e um dos responsáveis pela costura, saiu em defesa de Morfelle. “O único que honrou o compromisso foi o Fabiano. Está coerente e com postura partidária”, declarou o ex-prefeito, após explicar os detalhes da audiência.
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