domingo, 19 de maio de 2019 VALE DO RIO TIJUCAS E COSTA ESMERALDA

Birra

Postado em 13 de maio de 2019

Acusado por grande parte dos emedebistas de “trair o partido” nas eleições de 2016 – quando, supostamente, teria apoiado Elói Mariano Rocha (PSD) contra o correligionário Elmis Mannrich (MDB) –, o ex-prefeito Valério Tomazi vem confessando a gente próxima que nem pensa em deixar o MDB e que, se voltar à cena política de Tijucas, será pelo MDB.

Tomazi é o único ex-prefeito periquito, ainda vivo, não contemplado na tradição de integrar a executiva municipal do partido. E vez ou outra volta à pauta do diretório, sempre que o tema “expulsão” vem à tona.

Tudo pode

Postado em 8 de maio de 2019

Hoje oposição, amanhã não se sabe. Assim caminha o PDT de Tijucas, que começa a discutir internamente uma possível composição para as eleições de 2020. Na campanha de 2016, a maioria dos brizolistas preferiu acompanhar Elmis Mannrich (MDB) no pleito majoritário. Para a próxima concorrência, o partido deve definir, ainda em assembleia interna, se abraça, de fato, a candidatura do empresário Thiago Peixoto dos Anjos a prefeito ou se forma aliança com periquitos ou colas-brancas.

A chapa majoritária, porém, segue como ideal. Tanto que Peixoto dos Anjos começa a ser preparado para, se necessário e de comum acordo, formar dupla com Elói Mariano Rocha (PSD) nos santinhos. E o jovem empresário parece não se opor. Diz aos mais próximos que faz a política neutra, e que espera, de alguma maneira, contribuir ativamente. Pois, então?!

Procura-se

Postado em 7 de maio de 2019

Partido que mais vezes governou Tijucas, o MDB busca um presidente para o biênio 2020-2021. Recentes convites foram direcionados ao advogado Marcio Rosa e ao diretor do Sindicato dos Bancários de Brusque, Adriano Silva, o Guinho. Ambos declinaram.

Rosa confirma que recebeu investidas do ex-prefeito Elmis Mannrich e do próprio presidente municipal da legenda, Fernando Fagundes, e que não quer, definitivamente, se envolver na política; que está trabalhando muito, se dedicando integralmente à advocacia, e muito mais feliz.

Para o bancário, o chamado partiu da vereadora Fernanda Melo. Ele diz, com exclusividade ao Blog, que rejeitou a proposta porque a demanda financeira de um partido com o porte do MDB seria incompatível com sua condição econômica.

Regra e exceção

Postado em 25 de março de 2019

Sempre que pode e tem plateia, o presidente do MDB em Santa Catarina, Mauro Mariani, diz que há uma determinação para que todo emedebista com cargo no governo de Carlos Moisés da Silva (PSL) solicite imediato desligamento do posto. Mas a pressão não parece afetar o ex-prefeito Elmis Mannrich (MDB), de Tijucas, que segue pleno e firme na diretoria técnica da Aresc (Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina).

Aos seus, Manrrich justifica que não tem ligação direta com o governo estadual e que, independente de orientações políticas e apesar da excelente relação com Mariani, apenas cumpre um mandato, sabatinado na Assembleia Legislativa, até 2 de outubro de 2022.

Periquito na muda

Postado em 18 de fevereiro de 2019
Foto: Divulgação/PMT

Desde que o vereador Odirlei Resini (MDB) decidiu acompanhar a bancada governista na eleição para a presidência da Câmara de Tijucas – contra um candidato do partido e as orientações do padrinho, ex-prefeito Elmis Mannrich (MDB) –, os periquitos têm uma desconfiança: há um soldado a menos no pelotão de frente da batalha pela ansiada reconquista do paço municipal?

O trator exposto em frente à prefeitura hoje, a propósito, pode ser uma tradução da pressuposta aliança entre Resini e o governo do cola-branca Elói Mariano Rocha (PSD). O veículo vem do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com esforços do senador Dário Berger (MDB-SC) e pedidos incessantes do emedebista vice-presidente do Legislativo nas recentes incursões a Brasília. Pois, então?!

Fala, Mannrich!

Postado em 4 de janeiro de 2019

Sobre a nota “Puxada de tapete“, de ontem, o ex-prefeito Elmis Mannrich (MDB) diz com exclusividade ao Blog que apenas deixa o cargo que ocupa no governo estadual – na diretoria técnica da Aresc (Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina) – se quiser ou se o governador Carlos Moisés da Silva (PSL) optar pela desativação da agência. “Tenho mandato. Fui sabatinado na Assembleia Legislativa. Só saio em 2 de outubro de 2022. Não existe deputado que possa me tirar”, garante.

A respeito do suposto litígio com o deputado estadual Jerry Comper (MDB) em razão das eleições de 2018, Mannrich afirma que não tem problemas com o parlamentar. “Sei que ele ficou chateado, mas não sei se tentou me prejudicar. Ele entendeu que eu deveria apoiá-lo por conta do meu compromisso com o Aldo (Schneider, de quem Comper era assessor e que faleceu pouco antes das eleições). Se o Aldo fosse candidato à reeleição, eu certamente estaria com ele. Apoiei o (ValdirCobalchini porque somos muito amigos e porque o Aldo faleceu”, pontua o ex-prefeito.

Puxada de tapete

Postado em 3 de janeiro de 2019

A predileção do ex-prefeito Elmis Mannrich (MDB) por Valdir Cobalchini (MDB) para o parlamento catarinense nas eleições de 2018 provocou a ira do recém-eleito Jerry “do Aldo” Comper (MDB), o candidato da cúpula do MDB tijuquense naquela concorrência.

Sabe-se agora que Comper, por represália, depois do pleito, teria pedido a cabeça de Mannrich ao então governador Eduardo Pinho Moreira (MDB). O ex-mandatário tijuquense ocupa a diretoria técnica da Aresc (Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina) e chegou a balançar no cargo. Não fosse a interferência de Cobalchini, que desfez a manobra, o prefeito de Tijucas entre 2005 e 2012 poderia estar desempregado neste momento.

Torneira aberta

Postado em 19 de dezembro de 2018
Foto: Divulgação

Vereadores, de situação e oposição, estiveram reunidos com o prefeito Elói Mariano Rocha (PSD) hoje pela manhã para se inteirar das ações da administração municipal em atenção ao problema da falta de água em Tijucas. Foram informados de que um reservatório desativado em 2016 voltou a operar no intento de suprir a demanda, que aumentou consideravelmente nos últimos anos.

CHAMA O VOLNEI

Em tempo: o engenheiro Volnei Beckhauser, que serviu o Samae (Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto) nas gestões de Elmis Mannrich (MDB) e Valério Tomazi (MDB), e que havia sido exonerado em 2017, foi recontratado, em caráter de urgência, para ajudar na solução do problema.

Desarticulação

Postado em 18 de dezembro de 2018

Os caciques do MDB local muito pouco fizeram para reconquistar a gestão da Câmara Municipal de Tijucas em 2019. O presidente do diretório municipal, vereador Fernando Fagundes, contribuiu apenas com o voto no correligionário Esaú Bayer (MDB) durante a eleição interna do Legislativo; e nada mais.

Nem mesmo o líder benemérito do partido, ex-prefeito Elmis Mannrich (MDB), sempre à frente das articulações, foi intenso nos bastidores do processo. Esteve uma única vez na sala da presidência, dias antes da concorrência, com o pretenso candidato à reeleição Juarez Soares (PPS) e a bancada oposicionista para tramar uma possível reviravolta no jogo, mas sem resultados.

Quem decidiu a partida, a propósito, foi Odirlei Resini (MDB), afilhado – de batismo – de Mannrich e eleito na sombra do ex-prefeito em 2016. Ou seja, nem mesmo um garantido foi, de fato, garantido. Pois, então?!

Montanha de gelo

Postado em 23 de novembro de 2018

Terminou agora, no Fórum da comarca de Tijucas, a segunda audiência do processo da Operação Iceberg em que são réus os servidores do Legislativo tijuquense entre 2013 e 2016. Na sessão, foram ouvidas as testemunhas de defesa. Ao todo, 13 nomes estavam arrolados – entre ex-prefeitos e ex-vice-prefeitos que também foram vereadores, e ex-presidentes da Câmara Municipal em legislaturas anteriores.

Personagens marcantes da política tijuquense – como Elmis Mannrich (MDB), Uilson Sgrott (DEM) e Valério Tomazi (MDB) – depuseram nesta tarde. As baixas ficaram na conta das ausências do prefeito Elói Mariano Rocha (PSD), que viajou em função do município e justificou a falta, e do vice-prefeito Adalto Gomes (PT), que deve ser reconvocado.

O processo está dividido em três partes: uma em que são réus os funcionários da Casa na legislatura passada; outra que julga o envolvimento dos vereadores da época; e uma terceira em que a berlinda se forma com os ex-presidentes da Câmara de 2013 a 2015. De acordo com o advogado Marcio Rosa, que faz a defesa dos servidores e da maioria dos vereadores e ex-vereadores indiciados, “ainda falta muita coisa, e não existe qualquer previsão (de tempo) para a conclusão”.