Balbúrdia
Pai do prefeito Diogo Francisco Alves Maciel (PSL), o contabilista Cidney Nery Maciel não se conteve, ontem, na Câmara Municipal de Canelinha, durante a sessão. Para qualquer juízo que fosse feito ao governo da Cidade das Cerâmicas nas tribunas, ele, da plateia, murmurava, discordava, respondia e interrompia. Alguns vereadores, inclusive, pediam seguidamente ordem na Casa e que cessassem as manifestações no auditório.
O clima ficou insustentável, no entanto, quando, na quarta interrupção de Maciel aos discursos dos parlamentares, o vereador Francisco Honorato Cardoso Filho (MDB) pediu à presidência que externasse publicamente quem protagonizava o tumulto e que desse “nome aos bois”. O pai do prefeito, enfurecido, partiu para a discussão. Disse que não admitia ser chamado de “boi” e, na saída, em frente à Câmara, teria tratado o emedebista por “crente sem-vergonha”.
A tensão aumentou, ainda, com a chegada da irmã do prefeito, suplente de vereadora Caroline Alves Maciel Moskorz (PSL), para defender o pai e cobrar parcimônia do parlamento — especialmente do presidente Robinson Carvalho de Lima (PP), com quem teve um acalorado embate —, que, segundo ela, estava promovendo uma “humilhação” à família Maciel com aquele nefando espetáculo. Pois, então?!
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Esse é o nype dessa turma. Barraqueiros!
Canelinha está bem representada. Fica a dica!