sexta-feira, 28 de janeiro de 2022 VALE DO RIO TIJUCAS E COSTA ESMERALDA

Parada obrigatória

Postado em 13 de janeiro de 2022
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A nova onda de infecções por coronavírus — a partir da variante omicron — continua fazendo estragos no serviço público municipal de Tijucas. Além do estratosférico aumento de demanda nas unidades sanitárias e das filas intermináveis principalmente no Posto de Saúde 24 Horas, no Centro, para atendimento a pacientes com sintomas respiratórios e suspeita de Covid, e, consequentemente, da crise no sistema de Saúde do município, o problema, agora, afeta diretamente a estrutura administrativa.

Ontem, o Posto de Identificação, responsável pela confecção de carteiras de identidade no município, interrompeu o serviço em razão de casos positivos e suspeitos de Covid entre os servidores do setor, e cancelou os agendamentos dos próximos dias. De acordo com a prefeitura, a suspensão fica mantida até que toda a equipe esteja apta a voltar ao trabalho.

Estouro

Postado em 25 de outubro de 2021
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Assim que o governador Carlos Moisés da Silva (sem partido) iniciou o discurso, sábado (23), no CTG Fazenda Silva Neto, em Canelinha, foi interrompido. A bateria de fogos de artifício que retumbou às voltas do salão impediu que o chefe do Executivo catarinense seguisse palestrando. E no momento, na lotada plateia, vieram os aplausos.

A surpresa foi encomendada pelo contabilista Cidney Nery Maciel, pai do prefeito Diogo Francisco Alves Maciel (sem partido). Evidentemente, em gratidão aos R$ 12 milhões em recursos estaduais para obras de infraestrutura que a Cidade das Cerâmicas recebeu recentemente. O mandatário canelinhense, a propósito, era um dos mais festivos — e festejados — no encontro.

Balbúrdia

Postado em 23 de junho de 2021
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Pai do prefeito Diogo Francisco Alves Maciel (PSL), o contabilista Cidney Nery Maciel não se conteve, ontem, na Câmara Municipal de Canelinha, durante a sessão. Para qualquer juízo que fosse feito ao governo da Cidade das Cerâmicas nas tribunas, ele, da plateia, murmurava, discordava, respondia e interrompia. Alguns vereadores, inclusive, pediam seguidamente ordem na Casa e que cessassem as manifestações no auditório.

O clima ficou insustentável, no entanto, quando, na quarta interrupção de Maciel aos discursos dos parlamentares, o vereador Francisco Honorato Cardoso Filho (MDB) pediu à presidência que externasse publicamente quem protagonizava o tumulto e que desse “nome aos bois”. O pai do prefeito, enfurecido, partiu para a discussão. Disse que não admitia ser chamado de “boi” e, na saída, em frente à Câmara, teria tratado o emedebista por “crente sem-vergonha”.

A tensão aumentou, ainda, com a chegada da irmã do prefeito, suplente de vereadora Caroline Alves Maciel Moskorz (PSL), para defender o pai e cobrar parcimônia do parlamento — especialmente do presidente Robinson Carvalho de Lima (PP), com quem teve um acalorado embate —, que, segundo ela, estava promovendo uma “humilhação” à família Maciel com aquele nefando espetáculo. Pois, então?!

Agressão na Câmara

Postado em 19 de junho de 2019
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O vereador Heriberto Eurides de Souza (CIDA), de São João Batista, registrou um boletim de ocorrência por agressão contra o sapateiro Carlos Fraga Feller. O parlamentar teria sido atacado, e tomado um tapa no rosto, nos corredores da Câmara, assim que terminou de discursar, durante a sessão de segunda-feira (17).

De acordo com testemunhas, a confusão iniciou no pronunciamento de Souza, no uso da tribuna. Feller, da plateia, manifestou-se diversas vezes e chegou a chamar o vereador para a briga. A sessão já havia sido interrompida por cinco minutos e a polícia acionada antes do ocorrido.

ANTECEDENTES

Carlos Fraga Feller, conhecido popularmente por Calinho da Téta, já responde a um processo por agressão ao ex-vereador e ex-prefeito Vilmar Francisco Machado (CIDA) na campanha eleitoral de 2016.

De ovo virado

Postado em 16 de maio de 2019
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O vereador batistense Heriberto Eurides de Souza (PPS) roubou a cena, semana passada, na audiência pública sobre a “cratera de Tigipió”, em Major Gercino. Primeiro, não quis respeitar os três minutos preestabelecidos para os discursantes e disse, em alto e bom som, que ultrapassaria o tempo limite; e depois falou sobre tudo, das emendas parlamentares que “provocam a corrupção” ao “luxo” da Assembleia Legislativa, que “tem uma pessoa só para cuidar do elevador e apertar o zero, o um, o dois e o três” em comparação à escola onde estudou quando criança, menos da Rodovia SC-108, tema da reunião.

Interrompido pelo proponente da audiência, deputado estadual Altair Silva (PP) – com quem travou um cabo de guerra em São João Batista nas eleições de 2018, quando foi candidato ao parlamento catarinense –, Betinho largou o microfone abruptamente sobre a mesa e saiu cuspindo marimbondos. Pois, então?!