Resposta frontal
Foto: Linha de Frente
O ex-governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva (REPUBLICANOS), discordou da denúncia feita pelo vereador de São João Batista, Nelson Zunino Neto (PP), ao TCE (Tribunal de Contas do Estado), que alegava “promoção pessoal” no Plano 1000, apresentado durante a gestão do ex-comandante do Corpo de Bombeiros.
Foto: Linha de FrenteNa época, o parlamentar e advogado batistense avaliou que haviam possíveis irregularidades no projeto. Segundo ele, a proposta era configurada por abuso de poder político e desvio de finalidade, e servia como “peça publicitária” na campanha de reeleição de Moisés.
O ex-chefe do Executivo catarinense explicou, em entrevista ao programa LINHA DE FRENTE, transmitido na última quinta-feira (31), que o Plano 1000 já existia mesmo sem o batismo oficial. “A ação já acontecia”, garantiu.
“O Plano 1000 fere frontalmente o critério político, a geografia de urna, essa coisa toda. Ele se afasta da política e traz tecnicidade às escolhas do governador. Então é frontalmente contrário à alegação”, completou.
Assista ao programa na íntegra:
Últimas do Blog
Sociedade
Conexão
Em celebração antecipada, administração do bairro-cidade Flores de Sal recebe prefeitos da região para confraternização do Dia do Trabalhador
Jackson Laurindo
O dilema de Chiodini no MDB
Jackson Laurindo: "Essa crise tem raízes na dificuldade histórica de reconstruir uma liderança unificadora após a morte de Luiz Henrique da Silveira"
Política
Obstinação
Com secretário de Obras, líder do governo na Câmara e deputado estadual, prefeito de Tijucas vai ao IMA requerer licença para construção dos molhes
