Poeira sacudida
“Aquele menino ali (o prefeito Daniel Netto Cândido (PSL)), que tenho como irmão, me ensinou que não existe PSL, PSD ou MDB, mas um grupo, uma família. É não é por uma frustração ou um desentendimento, porque não consegui alcançar meu objetivo pessoal, que eu abandonaria a continuação do trabalho” foi parte do discurso da vereadora Rúbia Tamanini (PSL), anteontem, em reunião dos governistas, para dizer que continua alinhada ao projeto do vice-prefeito Pedro Alfredo “Pedroca” Ramos (MDB) e do vereador Almir “Déi do Gás” Peixer (PSL) para a disputa da prefeitura de São João Batista nestas eleições.
Rúbia desde sempre esteve cotada para a vice-prefeitura na chapa situacionista, mas perdeu força na concorrência interna com Peixer, que contava com a preferência do adjunto batistense. Na manifestação, voluntária e surpreendente, ela se mostrou compreensiva e conformada. “Eu entendo. Também tenho a minha preferência. Por exemplo, se eu pudesse escolher com quem formar uma chapa, escolheria o prefeito Daniel”, pontuou.
A vereadora, figura capital do governo na Câmara, esteve resiliente com o agastamento do processo interno, desistiu de concorrer à reeleição no Legislativo e chegou a ser especulada na oposição. Mas pôs uma pedra sobre o braseiro, subiu nela e decidiu falar. “Se em abril o Pedroca era bom para ser o prefeito, por que agora, em outubro, teria deixado de ser? Retidão, ética e respeito é o que vocês terão de mim. Contem comigo”, finalizou.
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