Melancias no caminhão
Imagem gerada em IA
Faltam menos de 30 dias para as convenções, e as melancias vão se acomodando no caminhão. As pré-candidaturas viáveis seguem, e as demais recuam.
Nacionalmente, a chapa Lula (PT) e Alckmin (PSB) permanece intocada. Nesse caso, vale a máxima de que “em time que está ganhando não se mexe”.
À direita, Flávio Bolsonaro (PL) ainda não fechou vice. A crise com a madrasta, Michelle Bolsonaro, faz pressão por uma mulher na chapa. A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) tem sido cotada, e aparece como opção mais dócil e subserviente.
Renan Santos (MISSÃO) definiu o tenente-coronel Aroldo Medina (MISSÃO) como vice. Caiado (PSD) fechou com Kassab (PSD) – em chapa puro-sangue que expôs a dificuldade de articulação depois do rompimento com a federação União Progressista (UNIÃO-PP). E a candidatura de Zema (NOVO) ainda aguarda a definição do vice e busca apoio para ser percebida como viável.
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DISPUTA ESTADUAL
Em Santa Catarina, o tabuleiro está desenhado. Jorginho Mello (PL) busca a reeleição com Adriano Silva (NOVO), o que se pode considerar uma evolução frente à chapa pura de 2022.
João Rodrigues (PSD) lidera a oposição com Carlos Chiodini (MDB) de vice.
À esquerda, Gelson Merisio (PSB) tem Angela Albino (PDT) na chapa – o PT fica fora, mas compondo na corrida ao Senado.
Na prática, as convenções decidem quem fica no caminhão. Depois delas, não cabem mais melancias. As dúvidas parecem estar na disputa pelas vagas ao Senado, mas isso fica para uma próxima coluna.
