Vice suplementar
Foto: Luan Lucas
Mesmo que fosse, de certa forma, beneficiado e alçado ao cargo de vice-prefeito, por meio da eleição suplementar, o então vereador de Porto Belo, Ailto Neckel (PL), tentou convencer o – na época – adjunto portobelense, Elias Cabral (PL), a assumir a prefeitura, logo após a renúncia do titular e hoje deputado estadual, Emerson Stein (MDB)
Foto: Luan LucasNeckel revelou, em entrevista ao LINHA DE FRETE, quinta-feira passada, na TV Vip, que foi ao gabinete de Cabral e pediu para que não renunciasse à função. “Eu conversei. Insisti pra ele tocar o município. Mas ele queria seguir a vida como professor. É formado, tem doutorado e foi uma decisão dele. Respeitei”, contou o vice-prefeito.
O atual presidente do Partido Liberal no município explicou, ainda, que o nome de Elias Cabral estava sendo trabalhado pela legenda para a eleição de 2024 e seria, indubitavelmente, o candidato da legenda à prefeitura, para dar continuidade ao trabalho iniciado em 2022.
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Passado e futuro
O adjunto portobelense explicou, ainda, que sequer imaginava que poderia ser candidato. Hoje, Neckel avalia que o prefeito Joel Orlando Lucinda (MDB) deve buscar a reeleição no ano que vem e gostaria, inclusive, de manter a chapa vencedora.
“Tem tudo para dar segmento. Não seria justo o prefeito Joel ficar só dois anos em um mandato e não ir à reeleição. Mas, sou tranquilo. Se o PL não for como vice, tranquilo. Só Deus sabe”, disse.
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