Maioria na Câmara
O prefeito Diogo Francisco Alves Maciel (sem partido), de Canelinha, experimenta o dissabor de não ter maioria na Câmara Municipal. Dos 29 projetos que o Executivo encaminhou ao parlamento recentemente, sequer um foi à pauta da Casa do Povo depois do recesso.
Ontem, a propósito, o mandatário canelinhense recorreu a especialistas e a uma apresentação detalhada para convencer os vereadores da importância da instalação, em consórcio com a Associação de Municípios da Grande Florianópolis, de uma usina de fabricação de asfalto no bairro Cobre — proposta que considera prioritária, e que deve gerar descontos de 40% na pavimentação das estradas do município.
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DISPENSA
Na vizinha São João Batista, entretanto, o prefeito Pedro Alfredo Ramos (MDB) dispensa a prevalência no Legislativo. Apesar da maioria constituída nas urnas, ele contava, também, com apoio do “Centrinho” — dissidentes de setores da oposição que mantinham inclinação governista —, mas, no fim do ano, abdicou desse préstimo.
Em mensagens enviadas a Gustavo Grimm (CIDADANIA) e Mário Teixeira (PSL), o chefe do Executivo batistense disse que não precisa de maioria na Câmara. “Vereador pra mim é tudo igual. A partir de primeiro de janeiro, vocês tocam a vidinha de vocês de vereadores, e eu toco a minha de prefeito. E quando precisarem de alguma coisa, vão consultar outras pessoas. Porque na prefeitura quem manda sou eu!”, recomendou Pedroca.
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