Câmara, rádio e WhatsApp
Desde que se lançou pré-candidato a deputado estadual, o vereador Juarez Soares (PPS), que compunha a bancada situacionista, vem entrando em rota de colisão com a administração municipal. A candidatura não se confirmou, mas as rusgas com o governo do prefeito Elói Mariano Rocha (PSD) não se dissiparam. O presidente da Câmara queria ser apoiado na prefeitura, mas o chefe do Executivo já tinha um compromisso pré-estabelecido com a candidata Marlene Fengler (PSD) para a corrida ao parlamento catarinense.
Soares partiu para a retaliação. Além das fotos em redes sociais com Mauro Mariani (MDB) – principal adversário de Gelson Merisio (PSD), candidato a governador apoiado por Mariano Rocha e companhia – e da recente intenção de concorrer novamente à presidência do Legislativo com discurso de neutralidade, em detrimento da planejada eleição do governista Vilson Natálio Silvino (PP) para o comando da mesa diretora da Casa do Povo, o edil pepessista passou a reprochar as ações da administração nas tribunas. A mais recente, de segunda-feira (1), inclusive, provocou resposta imediata do vice-prefeito e secretário municipal de Obras, Adalto Gomes (PT), no programa Notícia e Opinião, na Rádio Primeira FM.
Durante a atração, Gomes disse que o vereador, ao criticar o atraso de uma necessária obra na Rua Antônio Apolônio Vargas, agiu “de má fé” e que o presidente da Câmara precisa “se acertar com o prefeito”. O assunto, que começou nos microfones do Legislativo e passou para o rádio, continuou no grupo do WhatsApp formado por parlamentares governistas e secretários municipais. Em mensagem de áudio, Soares pontuou que não agiu de má fé, que o gestor de Obras do município “precisa absorver as críticas e resolver as coisas” e que “levar a público que existe um desacordo entre um vereador de situação e o prefeito, é lamentável”.
O vice-prefeito e secretário, no mesmo grupo, respondeu: “Juarez agiu de má fé, sim! Algumas vezes conversou comigo, sabia que o projeto para drenagem daquela rua está pronto (…) e que precisa entrar em acordo com o prefeito para o repasse do Legislativo. Ele está bem informado, e conhece a solução. É má fé, sim! Não é primeira vez que faz críticas à minha pessoa e, quando cobro, me dá apenas uma risadinha. Agora, deu, Juarez! A sociedade precisa saber que você faz as coisas de má fé! Estou cansado!”, concluiu Gomes.
Últimas do Blog
Política
Carta de despedida
Bete Mianes apressa saída, entrega pedido de exoneração ao prefeito e deixa caminho livre para Déda Vargas na Assistência Social de Tijucas
Geral
Ato de paz
Enfermeira sofre agressão em UBS do município, e prefeito se junta a agentes de Saúde em protesto pacífico: "atitudes como essa são inaceitáveis"
Política
Danos mínimos
Emerson Stein deixa Alesc em 2 de março, no retorno de Jerry Comper, e deve se dedicar integralmente a trabalho de campo e articulação política

Ah o poder…o poder faz coisas….quem nunca comeu mel quando come se lambuza. O castelo já apresenta a primeira fissura e olha que foi pública. Para ruir não vai muito longe. A mudança no comando da cidade foi ótima, mas não aconteceu no mesmo nível quando se trata de secretariado. Todos incompetentes e desconectados com as funções que exercem.
Quem é o pior dos dois????? Repasse do legislativo, que história é essa????? Cheiro de escândalo???
sou mas juarez q esse ai do ptzinho, nem tampar buraco sabe. ta na hora d mudar sr. prefeito ….mudarfazbem