Partidos à parte
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Entendeu-se, sábado (1º), na convenção do PL catarinense, porque o vice-prefeito de Tijucas, Rudnei de Amorim (PSD), não participou dos encontros com João Rodrigues (PSD), dias atrás, na região. O adjunto tijuquense, legendas à parte, estava inteiramente envolvido com o projeto de reeleição do governador Jorginho Mello (PL), e apenas confirmou essa disposição no fim de semana.
Houve estranhamento, evidentemente, que Amorim houvesse declinado da agenda com o candidato a governador do PSD no Vale do Rio Tijucas e, mais ainda, que, como prefeito em exercício, rejeitasse, apesar dos pedidos de correligionários, uma recepção a Rodrigues na prefeitura. Aos solicitantes, ele teria alegado que “ficaria ruim” abrir o paço tijuquense para o ex-prefeito de Chapecó.
O posicionamento preventivo tem porquê. Como diria o saudoso ex-prefeito Nilton de Brito, “vice não berra, apenas geme”, e, obviamente, o titular da cadeira, Maickon Campos Sgrott (PL), torceria o nariz se houvesse tapete vermelho para o principal adversário de Jorginho na corrida à Casa D’Agronômica. Soma-se ao rogo político-institucional, ainda, o apoio incondicional ao plano da deputada estadual Ana Paula da Silva (PODE), de Bombinhas, candidata à Câmara Federal na aliança do atual governador.
Portanto, a pinchada do vice-prefeito, a bem da verdade, torna-se compreensível. No contexto da sobrevivência corporativa e, de outro modo, para a presumida desilusão do curador, ex-prefeito Eloi Mariano Rocha (PSD), que se colocou na linha de frente da campanha de João e que, em 2024, bateu o pé para que Rudnei estivesse ao lado de Campos Sgrott na chapa governista. Pois então…
