Sem retrovisor
Alguns surpresos e outros indignados. Assim estão os emedebistas com a notícia, ora interna, nas searas do partido, de que o ex-prefeito Elmis Mannrich (MDB) estaria articulando, entre vereadores oposicionistas, o livramento do sucessor Valério Tomazi (MDB) das garras do Tribunal de Contas e das sanções da Justiça Eleitoral.
Questionado por confrades periquitos, Mannrich tem dito apenas – parafraseando o padrinho e finado ex-governador Luiz Henrique da Silveira – que “não se pode fazer política olhando no retrovisor”.
Em tempo: desde a pré-convenção do MDB tijuquense em abril de 2016, quando duelaram internamente pelo direito de representar o partido nas eleições municipais daquele ano, Tomazi e Mannrich não se falam, sequer se cumprimentam. Os emedebistas locais atribuem ao ex-prefeito engenheiro, inclusive, a derrota no último pleito majoritário, em que ele, supostamente, teria apoiado a campanha de Elói Mariano Rocha (PSD) contra o correligionário.
Últimas do Blog
Política
Velha amizade
Prefeito Maickon Campos Sgrott visita deputado estadual Altair Silva na Alesc e mostra que afinidade com o PP e relações pessoais seguem inabaladas
Jackson Laurindo
O novo mapa da Alesc após a janela
Jackson Laurindo: "O principal desafio de Jorginho daqui para frente pode não ser lidar com a oposição, mas sim com uma base tão grande e diversa"
Política
Vistoria na fonte
Representação de Lurdinha contra concessionária Águas de Bombinhas resulta em ordem do TCE por inspeção in loco na prefeitura e na Aresc

Realmente lamentável.
Retrovisor ajuda muito a evitar desastres.