Bloco único
Foto: Divulgação
Os rumores de que os grupos de oposição ao prefeito Diogo Francisco Alves Maciel (PL), em Canelinha, poderiam organizar um bloco único para o enfrentamento no pleito de outubro, ganharam força nas últimas semanas.
Foto: DivulgaçãoO Blog apurou que o tradicional PP, que já administrou o município em quatro oportunidades (uma ainda como PDS), liderou as conversas com o UNIÃO BRASIL. As duas legendas, hoje, integram um projeto conjunto com vistas no processo eleitoral.
Das conversas, saiu a decisão de que o vereador e ex-presidente do Poder Legislativo municipal Robinson Carvalho Lima deveria se filiar ao UNIÃO. O translado, inclusive, foi aprovado e apoiado pelos progressistas, mesmo que a baixa deixe o PP sem representação no parlamento municipal.
Com o movimento, o advogado estaria apto a representar o grupo nas eleições como candidato a prefeito. Mais do que isso: poderia, sem o “11” na frente, construir uma composição com o MDB e juntar, no mesmo palanque, os dois mais tradicionais partidos do município que, por décadas, rivalizaram e disputaram, voto a voto, boa parte dos pleitos em Canelinha.
11 + 15 = 44
Os principais articuladores entendem que disputar o eleitorado canelinhense, dividindo a eleição em três candidaturas, facilitaria a caminhada de Alves Maciel para a reeleição. Mas, em contrapartida, não seria fácil convencer um emedebista ferrenho a digitar o 11 na urna. O contrário também.
Entretanto, há um consenso de que tanto os colas-brancas quanto os colas-pretas poderiam assimilar melhor a ideia de votar 44, em prol de uma retomada do Executivo municipal. Pois então…
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