sexta-feira, 13 de maio de 2022 VALE DO RIO TIJUCAS E COSTA ESMERALDA

Educação e pré-disposição

Postado em 21 de fevereiro de 2020
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O professor aposentado e ex-vereador Gregório de Souza Filho, de São João Batista, assinou filiação no PP para concorrer na eleição majoritária da Capital Catarinense do Calçado em outubro. O convite teria partido do empresário Alyson dos Santos — irmão do ex-prefeito Aderbal Manoel dos Santos (PP) —, que, até então, tinha a preferência do partido para a cabeça da chapa.

Hoje pela manhã, Gorinho foi entrevistado na Rádio Super FM e reafirmou a pré-disposição ao pleito. Ele se apega ao case de sucesso do prefeito de Tijucas, Eloi Mariano Rocha (PSD), também professor, que contrariou os prognósticos, desbancou favoritos, e foi eleito na concorrência de 2016 com a segunda maior diferença de votos da história do município.

Candidato da moda

Postado em 4 de julho de 2019
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O case de sucesso nas eleições de 2016 em Tijucas vem sendo estudado, e pode ser reproduzido em 2020 na vizinha São João Batista. O grupo oposicionista passou a projetar no ex-vereador e professor Gregório de Souza Filho, popular Gorinho, do PSL, um perfil de candidato a prefeito que, tempos atrás, dificilmente seria considerado.

Professor aposentado, ex-presidente do Legislativo, ex-diretor de escola e personagem político de vanguarda – qualquer semelhança com o mandatário tijuquense Elói Mariano Rocha (PSD) não é mera coincidência –, Gorinho está no radar da oposição. A proposta vem sendo discutida internamente, sem alarde, mas tem agradado e gerado expectativas.

Versão exclusiva

Postado em 22 de fevereiro de 2017
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Em contato com o blog, na sequência da nota “Cadernos vazios“, o servidor público municipal Luiz Henrique Araujo, lotado na EEF Santa Terezinha na função de vigia, garante que em momento algum substituiu professores ausentes no trato dos alunos. “O que fiz foi ajudar a escola. Ajudar fazendo meu papel. Tomando conta dos alunos”, relata.

De acordo com o vigilante, as crianças ficaram sob a supervisão de um educador, e ele apenas auxiliou nos cuidados aos estudantes. “Não passei exercício. Não fiz papel de professor. Até porque a diretora não permite isso”, explica.

Araujo revela, ainda, que ficou profundamente abalado com a repercussão do ato, que trata como “politicagem”, e diz que não se arrepende de ter servido à escola. “Minha consciência está limpa. E continuarei a ajudar no que estiver ao meu alcance”, conclui.