sexta-feira, 3 de julho de 2026 VALE DO RIO TIJUCAS E COSTA ESMERALDA

Segurança aparente

Postado em 3 de julho de 2026
Foto: Divulgação

Na teoria, Bombinhas seria a cidade mais segura da região. Mas, na prática, esse dado tem sido fortemente combatido por uma onda recente de crimes insolucionados.

Em 2022, o então prefeito Paulo Henrique Dalago Müller (PSD) mandou instalar 220 câmeras de videomonitoramento no município. O sistema, de alta tecnologia, com inteligência para reconhecimento e identificação veicular e facial, deveria, em tese, evitar – ou, pelo menos, inibir – a criminalidade. Nos últimos meses, entretanto, furtos, roubos e arrombamentos têm sido registrados com frequência na cidade.

O caos foi agravado com a incineração de duas viaturas do Demutran (Departamento Municipal de Trânsito), semana passada, sem que os autores fossem identificados.

O aumento significativo das ocorrências, aliado à resposta deficitária das forças de segurança, provocou questionamentos sobre o custo-benefício do sistema de videomonitoramento e, principalmente, sua efetividade. Somente em 2026, quase R$ 800 mil foram dispendidos na manutenção do equipamento, terceirizado, com contrato de concessão ativo no município.

Única vereadora de oposição em Bombinhas, Lourdes Matias (NOVO) levou o caso para a tribuna da Câmara e lançou a pergunta: “o sistema funciona ou é só aparência?”. A interpelação contraria ofício da prefeitura, que, em outubro passado, afirmou que todas as câmeras estariam em pleno funcionamento.

Descrente na resposta do município, Lurdinha protocolou ofício diretamente na Delegacia de Polícia Civil pedindo o relatório das ocorrências com data, horário e local exato dos crimes e as imagens disponíveis em cada caso. Segundo a parlamentar, o objetivo seria apurar outra conjeturada transgressão: “se o dinheiro público está produzindo segurança real ou apenas aparência de segurança”.

Fonte infiel

Postado em 29 de janeiro de 2020

O empresário Felipe Lemos entrou na lista de vítimas das famigeradas fake news. De acordo com o perfil “Vale Mais Catarinense” no Facebook, o corretor imobiliário — que tem negócios em Tijucas e São João Batista — teria sido preso pela Polícia Federal hoje, no início da tarde, com uma grande quantia de dinheiro em uma mochila, produto de “golpes aplicados por anos em todo o Vale”; e que ele seria investigado por “crimes de corrupção, formação de quadrilha, sequestro, homicídio, extorsão, sonegação fiscal, entre outros”. Nenhum outro veículo da imprensa local repercutiu o fato.

Na sequência da publicação, Lemos gravou um comunicado, em vídeo, do próprio escritório, para informar que as notícias eram falsas. Segundo o empresário, a postagem partiu de “um coitado, que não conseguiu nada na vida e que não trabalha” e uma ação judicial deve ser protocolada contra o autor do texto.

Battisti

Postado em 14 de novembro de 2018

Diz a coluna do respeitado jornalista neotrentino Raul Sartori que “algumas centenas de residentes em Nova Trento, de sobrenome Battisti, torcem para que o terrorista italiano Cesare Battisti, com quem possivelmente têm algum parentesco, seja devolvido à Itália, conforme manifestou o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), e lá responda pelos crimes que cometeu – entre eles, quatro assassinatos de pessoas inocentes”.