Involução
Foto: Divulgação
O suplente de deputado estadual Emerson Stein (MDB), de Porto Belo, que tentava a titularidade na Assembleia Legislativa nestas eleições, ficou abaixo das expectativas. Curiosamente, apesar de estadualizado, terminou o pleito com votação inferior à de 2022, quando era apenas uma aposta regional.
Stein sempre esteve entre os favoritos na Costa Esmeralda para uma das vagas ao parlamento catarinense. Principalmente porque, desta vez, não dividiria o protagonismo local com a bombinense Ana Paula da Silva (PODE), que estava na disputa por uma cadeira na Câmara Federal. O cômputo final, no entanto, mostrou o contrário.
O ex-secretário de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde somou 20.685 votos. Menos que os 25.063 da concorrência anterior. O saldo de três anos entre Alesc e governo estadual, aparentemente, não entrou na balança, e o portobelense retrocedeu tanto em votação quanto em status. Deixa a primeira suplência do MDB para, agora, a quarta, atrás de João Cobalchini, Emerson Maas e Jorge Koch.
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ALÉM-FRONTEIRA
Apesar de ter mantido a densidade local, com liderança consolidada em grande parte dos municípios da Costa Esmeralda e do Vale do Rio Tijucas, faltou justamente o que se supunha muito provável: o reconhecimento além dos limites da região.
Stein conquistou apenas 3,6 mil votos fora dos seus domínios. Número inexpressivo, considerada a escalada como deputado estadual durante quase toda a legislatura e secretário de Estado em um governo de absoluta aprovação popular.
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DISPUTA CASEIRA
Se a competição regional com Paulinha foi resolvida – inclusive, desta vez, com dobradinha entre eles –, a candidatura de Nilza Simas (PL) teve o mesmo efeito nas intenções do portobelense.
A ex-prefeita de Itapema somou 24.434 votos, dos quais 17.604 na região, e ultrapassou Stein na preferência local nestas eleições.










