Firme e forte
Foto: Arquivo pessoal
Na seara local, quase ninguém entende porque o engenheiro agrônomo Thiago Vinícius Leal, candidato do MDB a prefeito de Canelinha em 2024, continua empregado no governo estadual. Foi alçado ao cargo por intermédio do presidente estadual do partido, Carlos Chiodini – que rompeu com o governador Jorginho Mello (PL), deixou o comando da Secretaria de Estado da Agricultura em janeiro e passou a circular com João Rodrigues (PSD) –, mas, diferentemente de outros emedebistas na estrutura do Estado, permanece ativo na folha.
Leal, que cumpre expediente na gerência de Projetos da Agricultura estadual com remuneração bruta na casa dos R$ 13,9 mil, foi admitido em março de 2025, quando Chiodini ainda era secretário e o MDB apoiava a proposta de reeleição de Jorginho. Relações que, a propósito, foram desfeitas.
Nas rodas de especulação, conjetura-se que o canelinhense seja muito competente no que faz, a ponto de assumir status de indispensabilidade, ou que, nesse meio tempo, tenha construído relações no governo que o mantenham no cargo independentemente da ruptura política entre MDB e PL.









