Amante do futebol e torcedor fervoroso do Clube de Regatas do Flamengo, o deputado estadual Emerson Stein (MDB) não perdeu a oportunidade de tietar o ex-jogador multicampeão pelo clube carioca, Filipe Luís, homenageado semana passada pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina.
Natural de Jaraguá do Sul, o ex-atleta rubronegro recebeu uma moção de aplausos em reconhecimento aos relevantes feitos no esporte. Stein fez questão de acompanhar os colegas de parlamento e autores da proposta, Vicente Caropreso (PSDB) e Antídio Lunelli (MDB) – ambos conterrâneos de Filipe Luís -, na entrega da placa.
O portobelense ainda posou para uma foto ao lado do ex-lateral-esquerdo da Seleção Brasileira e exibiu orgulhosamente o autógrafo recebido em uma camiseta do clube do coração, com o nome do parlamentar e o sugestivo número 15 às costas.
“Acompanhei cada lance da carreira com admiração e emoção. Ver essa merecida homenagem é gratificante. Guardarei com carinho esse autógrafo como um símbolo da jornada e do impacto no esporte”, escreveu Stein em suas redes sociais.
Hoje ou daqui 10 anos, o ex-prefeito Juliano Duarte Campos, de Governador Celso Ramos, pretende encontrar nos tribunais os autores de supostas informações falsas compartilhadas sobre sua família, nas redes sociais e em grupos de mensagens.
O ex-mandatário – que deve concorrer novamente à chefia do Executivo gancheiro em outubro -, afirmou que registrará boletins de ocorrência e pedirá, na Justiça, a identificação do IP (Internet Protocol) do aparelho usado na disseminação das notícias e, em consequência, a localização dos emissores.
“Fake News é crime. Se vocês cuidassem da família de vocês, o mundo poderia estar melhor. Vários já estão respondendo criminalmente. Vou registrar um boletim de ocorrência e pedir a quebra do IP. Pode demorar 10 anos, mas vamos nos encontrar judicialmente e nos tribunais”, disparou Duarte Campos, em recado direto aos autores.
O prefeito Paulo Henrique Dalago Muller (PSD), de Bombinhas, foi diagnosticado com um câncer na região do pescoço. Um laudo médico apontou um tumor maligno na tireoide, conforme comunicado emitido pelo próprio mandatário, através das suas redes sociais.
Dalago Muller explicou que realizou uma série de exames e afirmou que deverá ser submetido a uma cirurgia nas próximas semanas. Entretanto, o bombinense garante que se mantém tranquilo e pronto para enfrentar a doença.
“Minha vida sempre foi pautada por muitos desafios. Sempre enfrentei todos com muita coragem e de cabeça em pé. Com Deus ao meu lado, venci todos. Este que se coloca a minha frente, não será diferente. Será uma batalha, mas como sei que Deus e muitas pessoas estão ao meu lado, a cura virá”, escreveu.
Mais tarde, Paulinho publicou um vídeo agradecendo pelas mensagens recebidas desde o comunicado. “Estou bem, minha cabeça está boa. É mais um desafio que vou superar, com a ajuda e torcida de todos. Vocês vão se incomodar muito comigo e ainda terão que me aturar”, brincou.
A reestreia do Tiradentes Esporte Clube, de Tijucas, em uma competição oficial, já tem data para acontecer. No próximo dia 1º, a equipe sub-15 do Azulão tijuquense entra em campo pela Copa Santa Catarina da categoria, no Estádio Sebastião Vieira Peixoto, às 15h.
O adversário será a Escola de Futebol Casa Lar Irmã Carmen, de Araranguá. Na primeira fase, o Tiradentes ainda terá outros cinco compromissos, diante do Profut, de Maracajá, e Agrifut, de Itajaí, com três duelos em Tijucas e outros três fora de casa.
A deputada estadual Ana Paula da Silva (PODEMOS), de Bombinhas, anunciou que enviará R$ 1 milhão em emendas parlamentares para ajudar na reconstrução de seis cidades catarinenses afetadas pelas chuvas.
Passo de Torres, Sombrio, Araranguá, Maracajá, Praia Grande e São João do Sul, todos das regiões Sul e Alto Vale, estão entre os municípios em situação crítica que serão beneficiados pelos recursos da parlamentar.
“Temos municípios sofrendo muito com as chuvas. Amparar essas pessoas agora precisa ser uma prioridade, assim como garantir a recuperação das cidades que estão em situação de emergência ou que tiveram várias perdas causadas pelas chuvas e alagamentos”, pontuou a deputada.
A Câmara de Vereadores de Tijucas aprovou por unanimidade, na semana passada, um Projeto de Lei em homenagem ao saudoso ex-presidente do Poder Legislativo tijuquense, Eder Muraro, falecido em dezembro de 2022, aos 62 anos.
A proposta, apresentada pelo vereador Paulo César “Frango” Pereira (PSD), batiza uma praça pública, situada no bairro Oliveira – onde Muraro passou boa parte da vida -, com o nome do ex-parlamentar.
“Ele sempre foi muito solicito com os moradores e muito querido pela comunidade. Deixo essa homenagem a essa pessoa de grande importância para o bairro de Oliveira e também para o município de Tijucas”, justificou o autor do projeto.
O presidente do Poder Legislativo de Tijucas, vereador Rudnei de Amorim (PSD), garante, em resposta à nota Upgrade – publicada mais cedo pelo Blog -, que “não haverá qualquer reajuste salarial” para os parlamentares tijuquenses.
Amorim justifica que a reforma apenas atende a reposição que, segundo os registros da Casa do Povo, não era feita desde 2012. Em determinados períodos, a propósito, sequer a inflação anual era acrescentada aos vencimentos dos vereadores.
“Não tem um real de reajuste. Apenas reposição salarial. O último projeto de aumento foi em 2012. Uma legislatura só pode aumentar pra outra, não é permitido aumentar da própria. De 2012 pra cá, nada foi aumentado. Esse projeto é apenas de reposição. São doze anos, só estamos fazendo o justo”, pontuou o presidente da Câmara.
Ao Blog, Amorim ainda pontuou que a mudança no subsídio mensal acontecerá somente no ano que vem. “Há uma clara defasagem nos vencimentos dos vereadores. É uma medida necessária e que, reforço: não será para nós, os vereadores dessa legislatura. Mas, sim, para a legislatura 2025/2028”, finalizou.
Tramita no Poder Legislativo de Tijucas um projeto para aumentar os vencimentos mensais dos vereadores em cerca de 36%. O Projeto de Lei nº 29/2024 foi assinado por 12 dos 13 parlamentares, mas ainda aguarda pareceres jurídicos para ser apreciado em plenário.
A proposta é de ampliar a remuneração bruta para R$ 11.156,13, a partir de 1º de janeiro de 2025. Hoje, os vencimentos estão fixados em R$ 8.175,61. O novo valor corresponde a 32,08% do subsídio dos deputados estaduais de Santa Catarina, em conformidade com a Constituição da República Federativa do Brasil.
O Art. 3º do PL ainda pontua que o subsídio mensal será revisado anualmente, na mesma data em que ocorrer a revisão geral da remuneração dos servidores municipais. Entretanto, o vencimento não poderá superar o teto remuneratório, em atenção ao que manda a Constituição Federal.
DESCONTOS
Ausências injustificadas nas sessões ordinárias, conforme a proposta, provocarão descontos de parcela proporcional de 1/5 dos vencimentos. Os vereadores, ainda, não terão direito de receber valores adicionais em casos de sessões extraordinárias.
O vereador e pré-candidato a prefeito de São João Batista, Gustavo Grimm (PL), apresentou, semana passada, uma Moção de Apelo aos poderes constituídos do Brasil, pedindo a destinação do polêmico FEFC (Fundo Especial de Financiamento de Campanha) para as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.
A proposta foi encaminhada para a Câmara dos Deputados, ao Senado Federal e à Presidência da República. Grimm justificou que a classe política “deve fazer a sua parte” e colaborar com o povo gaúcho, nesta que é uma das maiores catástrofes climáticas das últimas décadas.
O Fundo Eleitoral ganhou o apelido de “Fundão” e distribuirá cerca de R$ 5 bilhões aos partidos que têm representação na Câmara Federal. Uma vez aprovado, cabe ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) função de dividir o recurso.
Cinco ou seis conversas em um intervalo de 30 dias foram determinantes para que o prefeito Eloi Mariano Rocha (PSD), de Tijucas, convencesse o vereador Maickon Campos Sgrott (PP) a colocar novamente o seu nome à disposição para representar o grupo governista no projeto de sucessão.
Algumas delas, aliás, contaram com a relevante participação do pai do parlamentar, o ex-prefeito Uilson Sgrott. Apesar da insistência de Mariano Rocha, a aceitação não foi tão simples. Naquele momento, a empresa TCA Transportes, administrada pelos Sgrott, demandava a atenção total dos dois gestores.
A condição mudou após a contratação de um novo servidor, que conseguiu suprir as necessidades e permitiu o retorno de Maickon ao cenário. “Fomos reavaliando e pontuei pra ele que nosso retorno dependia da substituição do Maickon na empresa”, revelou o vereador, em entrevista ao programa LINHA DE FRENTE.
“Pedi duas semanas para entrar no processo de negociação e contratação. Depois do aperto de mãos com a pessoa que está me substituindo, eu fui ao gabinete, conversei com o prefeito e, se não fosse ele, eu não estaria como pré-candidato hoje. O pedido dele foi: ‘Maickon, precisamos da sua ajuda e do seu nome’. Era sim ou não. Simples assim”, completou.
RELAÇÃO SAUDÁVEL
Embora sejam adversários dentro da trincheira governista, Sgrott garante que nutre uma relação de “extrema parceria, saudável e de respeito” com os outros dois pré-candidatos do movimento à prefeitura, Sérgio “Coisa Querida” Cardoso e Rudnei de Amorim, ambos do PSD.
O parlamentar, entretanto, defende a escolha do “melhor nome”. “Tenho certeza que o grupo de situação vai escolher o melhor nome, para que se tenha maior chance de êxito. Precisamos fazer com que a situação tenha o melhor time para levarmos o grupo a administrar o município por mais quatro anos. Se não escolher bem esse nome, pode ocorrer a alternância”, opinou.
INTERVENÇÃO ESTADUAL
A especulada interferência de lideranças estaduais do PSD, como o deputado estadual Júlio Garcia e o prefeito de Chapecó, João Rodrigues – que teriam preferências óbvias para que o candidato seja do partido do prefeito Eloi Mariano Rocha -, seria, na avaliação de Sgrott, uma atitude “abrupta” e “autoritária”.
“Agir dessa maneira seria um erro. Colocar determinado nome a qualquer custo pode quebrar o vaso e não conseguir mais colar. Um partido não chega sozinho. Em 2020, o PSD fez chapa pura, mas teve o apoio do PP e do PSB. Se não for o 55, o grupo tem que olhar como um todo. Se não entendermos que a calculadora está somando, algo pode acontecer e prejudicar o resultado do pleito”, explicou.