domingo, 20 de setembro de 2026 VALE DO RIO TIJUCAS E COSTA ESMERALDA

Isolamento e paz

Postado em 21 de abril de 2020
Foto: Divulgação

Flagrante do comerciante Nilton Mannrich, um dos egrégios personagens do cotidiano tijuquense, saboreando uma canja e cumprindo as recomendações de quarentena no sítio do filho, o ex-prefeito Elmis Mannrich (MDB), no Timbé, interior da Capital do Vale.

O ex-mandatário tijuquense, atual diretor técnico da Aresc (Agência Reguladora de Serviços Públicos de Santa Catarina), inclusive, já confirmou participação no Linha de Frente, programa de entrevistas com personalidades da política regional que o colunista comanda na VipSocial TV, para 14 de maio.

“Lula mereceu estar preso”

Postado em 17 de abril de 2020

Militante do PT por três décadas, o advogado e ex-vice-prefeito Roberto Vailati — que acaba de assumir a presidência do PSB municipal — não poupou críticas ao maior expoente do partido, ontem, no Linha de Frente, na VipSocial TV. “Se eu conversasse com o presidente (Luiz Inácio) Lula (da Silva), diria que ele mereceu estar preso. Ele sabia que seus aliados estavam praticando a corrupção e deveria ter tomado alguma medida. Ele perdeu o momento da história”, declarou.

Vailati falou, ainda, do rompimento com o então prefeito Elmis Mannrich (MDB) na gestão 2005-2008 e das eleições seguintes, quando se candidatou a prefeito e foi derrotado com a maior diferença de votos da história da Capital do Vale. “Não considero que errei e não me arrependo. Faria tudo novamente”, pontuou o ex-vice-prefeito durante a entrevista. Assista ao programa de ontem na íntegra:

Talk show da política regional, o Linha de Frente vai ao ar todas as quintas-feiras, ao vivo, às 19h30, nas redes FabebookYouTubeInstagram, e também no Portal VipSocial.

Doeu menos

Postado em 11 de dezembro de 2019

Notabilizado pela frase “Aceita que dói menos” na campanha eleitoral de 2016 — quando provocava eleitores colas-brancas nas redes sociais e conjeturava vitória de Elmis Mannrich (MDB) no pleito majoritário —, o comerciário Gercy Joaquim Felício, popular Pota, deve iniciar 2020 no quadro de servidores municipais de Tijucas. Ele vem, há algum tempo, bendizendo a gestão do prefeito Elói Mariano Rocha (PSD) e declarando voto no chefe do Executivo tijuquense na próxima concorrência.

Líder comunitário, presidente do Esporte Clube Renascença e personagem destacado do Bairro Praça, Felício já pediu dispensa da revendedora de veículos em que trabalhava. O vereador Rudnei de Amorim (DEM) teria atuado nos bastidores para a admissão.

Presidência e preferência

Postado em 22 de outubro de 2019

Cento e quarenta e oito filiados compareceram à convenção municipal do MDB, sábado (19), para avalizar a dirigência do partido em Tijucas durante 2020 e 2021. As previsões foram confirmadas e, em chapa única, a vereadora Fernanda Melo Bayer foi eleita, por unanimidade — apesar de um voto nulo —, presidente no próximo biênio.

Com a regência previamente definida, as atenções, entretanto, voltaram-se para as inusitadas enquetes na cédula de votação. A futura regência consultou os emedebistas sobre “coligação partidária” e “nome do candidato à majoritária” para a concorrência municipal que se avizinha.

De acordo com a contagem — o vereador Elói Geraldo presidiu a apuração —, a esmagadora maioria dos filiados (112) prefere coligar com o PDT no próximo pleito; e que a vereadora e, agora, presidente eleita do partido, se candidate a prefeita (92) em 2020. PSL (83) e PT (44) também foram citados na enquete de possíveis conjunturas partidárias; e os demais votados na consulta sobre candidatura majoritária foram, em ordem, Esaú Bayer (21), brancos (20), Elmis Mannrich (6), Edson Souza (3), Fernando Fagundes (2), Flávia Fagundes (2), Elói Geraldo (1), Oscar Lopes (1) e Paulo Alexandre (1).

Pesos e medidas

Postado em 27 de setembro de 2019

Uma das deliberações da futura regência do MDB de Tijucas, com a vereadora Fernanda Melo Bayer na presidência entre 2020 e 2021, diz respeito aos controversos votos duplos e triplos nas convenções do partido. A questão gerou polêmica, tanto em 2012 quanto em 2016, quando ex-prefeitos e delegados estaduais votaram duas ou três vezes — por regulamento —, pesaram em favor de Valério TomaziElmis Mannrich respectivamente, e desequilibraram a contenda.

A sugestão teria partido do advogado Marcio Rosa — que, em 2012, quando quis se candidatar a prefeito, perdeu o pleito interno do partido para Tomazi em razão das indicações duplas e triplas —, e a próxima presidente acatou. De 2020 em diante, os votos cumulativos no MDB municipal estão extintos. Se são 45 membros, serão 45 votos iguais.

Sai um, entra outro

Postado em 26 de setembro de 2019

Próxima presidente do MDB de Tijucas, a vereadora Fernanda Melo Bayer recebeu correligionários, ontem, em casa, para resolver, definitivamente, a formação do diretório e da executiva municipal. Entre os quais, o ex-prefeito Elmis Mannrich, que, inicialmente, havia rejeitado a chapa apresentada.

No ato, Mannrich não fez ponderações, não argumentou e sequer falou. Entrou mudo e saiu calado. Permaneceu, por prestígio, entre os 45 membros votantes nas convenções, mas foi relegado na executiva e perdeu o posto de delegado estadual do partido.

As vantagens que o diretor técnico da Aresc (Agência Reguladora de Serviços Públicos de Santa Catarina) ostentava na representação municipal do MDB ficaram todas com o também ex-prefeito Valério Tomazi, a quem a próxima presidente vem tratando de “braço direito”. Pois, então?!

Consenso e rusgas

Postado em 25 de setembro de 2019

Um plano de metas e a “profissionalização” da gestão do partido estão no discurso da vereadora Fernanda Melo Bayer para assumir a presidência do MDB de Tijucas. A convenção está marcada para 19 de outubro, com chapa única e aparente consenso. Mas, apesar do ajustamento, há fissuras. Líder benemérito da legenda, o ex-prefeito Elmis Mannrich deve ficar de fora do diretório.

Na semana passada, em reunião, o ex-mandatário tijuquense discordou do plano, intimou correligionários apregoados — como o ex-candidato a vice-prefeito Edson Souza e o vereador Elói Geraldo — a tomarem posição e as rédeas do partido, e pediu que o descontentamento com a chapa apresentada constasse em ata.

Desde então, a vereadora trabalha com a formação de um diretório sem Mannrich; e, ainda, com a reintegração do ex-prefeito Valério Tomazi aos postos de honra no partido. Outro encontro foi marcado para hoje, sem um convite formal ao diretor técnico da Aresc (Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina), que, mesmo assim, deve marcar presença.

União à mostra

Postado em 26 de agosto de 2019
Foto: Divulgação

selfie do presidente do MDB em Tijucas, vereador Fernando Fagundes, mais o ex-prefeito Elmis Mannrich (MDB) com o músico Rafael Booz, o Fá, quinta-feira (22), em noite de matar a saudade no Benquisto Hamburgueria & Pub, na esquina mais charmosa da Capital do Vale.

Fagundes e Mannrich, que sempre foram muito próximos, estiveram o tempo inteiro juntos e afastaram, de uma vez por todas, qualquer indício — ou especulação — de que pudessem estar com a relação estremecida por supostas divergências nas eleições de 2018 e em alas distintas no diretório municipal.

Proposta

Postado em 20 de agosto de 2019

Sem clima no MDB, o vereador Odirlei Resini vem considerando o convite do prefeito Elói Mariano Rocha (PSD) para se juntar oficialmente ao escrete cola-branca. A proposta envolveria, ainda, uma pasta na estrutura municipal de Tijucas; e o parlamentar teria, em contrapartida, que abandonar de vez o ninho periquito e assinar filiação no PSD.

Resini, segundo mais votado em 2016 — com 1.069 votos — e afilhado do ex-prefeito Elmis Mannrich (MDB), tornou-se persona non grata para a regência emedebista quando decidiu acompanhar a bancada situacionista na eleição da presidência do Legislativo, no fim de 2018. A partir daí, entretanto, ele passou, inclusive, a defender os pleitos da administração municipal na Câmara.

Removedor de manchas

Postado em 23 de julho de 2019

Muitos emedebistas ainda não entendem por que o ex-prefeito Elmis Mannrich (MDB) se envolveu na articulação em favor do sucessor, Valério Tomazi (MDB) — a quem acusam de “trair o partido” e atribuem o fracasso nas eleições de 2016 —, que entrou na malha do Tribunal de Contas do Estado e foi salvo, quinta-feira (18), pela Câmara Municipal.

A quem insiste em perguntar, Mannrich explica que “não seria bom para o partido ter um ex-prefeito com as contas rejeitadas” e que essa mácula, por enquanto, “ficaria apenas com os adversários (leia-se Uilson Sgrott (DEM), que governou o município entre 2001 e 2004)”.