segunda-feira, 21 de outubro de 2019 VALE DO RIO TIJUCAS E COSTA ESMERALDA

“Eu amo meu time”

Postado em 26 de agosto de 2019

No vídeo, a emoção do suplente de vereador Oscar Luiz Lopes (MDB), de Tijucas, com a vitória do seu Vasco da Gama por 2 a 0 sobre o São Paulo, ontem, no Rio de Janeiro, em confronto válido pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2019.

Lopes viajou para a Cidade Maravilhosa com um grupo de amigos, todos vascaínos, especialmente para acompanhar o jogo do Gigante da Colina contra o Tricolor Paulista e, no fim da partida, com o coração aberto, banhou as arquibancadas de São Januário com lágrimas copiosas e apaixonadas.

Fala, vereador!

Postado em 21 de agosto de 2019

“Se conversaram sobre isso, foi entre eles e não comigo”, diz o vereador Odirlei Resini (MDB) sobre a conjecturada oferta dos colas-brancas — de um cargo na estrutura municipal em troca de filiação ao PSD e apoio nas próximas eleições em Tijucas.

O parlamentar confirma, entretanto, que vem se sentindo isolado no MDB desde a eleição para a presidência da Câmara, e que, por conta dessa situação, tem, de fato, recebido convites de outros partidos. “O próprio PSD já me convidou, mas nunca falaram em secretaria”, garante.

CONTRAPONTO

Substituto imediato de Resini no parlamento tijuquense, o suplente Oscar Luiz Lopes (MDB), no entanto, parece certo do acordo entre o titular e a administração municipal; e teria recebido investidas para, em caso de acerto entre as partes, rezar a cartilha do prefeito Elói Mariano Rocha (PSD) na Câmara.

O empecilho seria a família, quase toda emedebista. Lopes, a propósito, estaria tentando convencer os parentes dos benefícios da proposta.

Gangorra

Postado em 9 de julho de 2019

O jogo está virando. O livramento do ex-prefeito Valério Tomazi (MDB) das censuras do Tribunal de Contas e sanções da Justiça Eleitoral, que parecia ajustado na Câmara Municipal, já não é mais tão certo. O abarcamento do também ex-prefeito Elmis Mannrich (MDB) nas articulações provocou fissuras; e o prefeito Elói Mariano Rocha (PSD), embora nutra estima e gratidão ao antecessor, lavou as mãos e liberou os vereadores governistas para decidir como quiserem.

Neste momento, Tomazi está na corda bamba. O presidente Vilson Natálio Silvino (PP), mais os colegas Ecio Helio de Melo (PP) e Rudnei de Amorim (DEM) passaram a fazer coro com Juarez Soares (CIDA) pelo “voto técnico” – que acompanha a recomendação do TCE, pela rejeição das contas de 2016 do Executivo municipal. É o limite para o ex-prefeito. Se perder outro vereador, a vaca vai para o brejo.

IMPASSE

Nas entranhas do MDB, a vereadora Fernanda Melo Bayer não esconde a insatisfação de ter que absolver Tomazi. Por si, diz aos mais próximos, ela daria o quinto – e letífero – voto pela rejeição; para ser justa com o que acredita e para contrariar a colega Elizabete Mianes da Silva (PSD), que enreda o perdão ao ex-prefeito nas coxias do Legislativo.

O partido, inclusive, estaria propondo que a vereadora pedisse afastamento temporário do cargo, para que o suplente imediato Oscar Luiz Lopes – ou o próximo, Lauri Cardoso – assumisse o posto e votasse favoravelmente ao ex-mandatário tijuquense.

Sob nova direção

Postado em 27 de agosto de 2018

Depois de ininterruptos 14 anos sob o comando do suplente de vereador Sidney Machado – que recentemente migrou para o PSD –, o PTB de Tijucas, que ficou ao léu, ressurge das cinzas. Atuante nos bastidores da política tijuquense e polêmico nas redes sociais, o jovem Douglas Porcíncula, popular Dólar, vem juntando documentos e formando um diretório para a assunção do partido na Capital do Vale.

Dissidentes de outras agremiações, sem espaço, a propósito, já se interessam pela proposta. Um dos que vêem o projeto do PTB com bons olhos, segundo fontes fidedignas, é o suplente de vereador Oscar Luiz Lopes, atualmente no MDB.

Namoro novo?

Postado em 17 de maio de 2018

O romance pode até ser novidade, mas a paquera vem de tempos. De parte a parte, inclusive. Burburinhos sobre o namoro entre o PSD – do prefeito Elói Mariano Rocha – e o suplente de vereador Oscar Luiz Lopes (MDB) voltaram à cena política de Tijucas nos últimos dias. Aquele passarinho incolor conta, aliás, que o acordo envolve um cargo na estrutura municipal; e que as tratativas seguem nas coxias do poder.

No feudo peessedista, ninguém confirma o acerto. Mas o Blog apurou que a inclusão de Lopes nas fileiras do partido vem sendo discutida internamente no diretório. E nos mesmos moldes de outras recentes conquistas – casos de Sidney Machado (ex-PTB) e Cláudia Büchele (ex-PT).

Atrás das cortinas

Postado em 19 de fevereiro de 2018

A ascensão do vereador Cláudio Tiago Izidoro (MDB) no poder público tijuquense é surpreendente. De suplente parlamentar no grupo derrotado, ele pode, muito em breve, emergir ao comando da Secretaria de Obras, Transportes e Serviços Públicos do município. As negociações existem; e já foram apresentadas, detalhadamente, ao prefeito Elói Mariano Rocha (PSD).

As tratativas envolvem, ainda, outro suplente do MDB. Se realmente alçado ao colegiado municipal, Izidoro – que, mesmo em legenda de oposição, mantém um pacto de fidelidade e defesa ao governo – atrairia um emedebista à vaga no Legislativo. Portanto, há uma força-tarefa para convencer Oscar Luiz Lopes (MDB) a herdar o acordo com a administração municipal e, ou, assinar filiação num partido governista durante a janela de março. As conversas estariam adiantadas, e vêm agradando ambas as partes.

POR UM FIO

A situação do vice-prefeito Adalto Gomes (PT) na gerência da pasta de Obras segue a mesma: por um fio. Líderes da base aliada do governo vêm escancarando sistematicamente a inconformidade com a manutenção do adjunto tijuquense no posto.

Mariano Rocha, porém, tem postura mais branda. Amanhã, o prefeito viaja a Brasília; e Gomes o acompanha.

Sete: O aviso das urnas

Postado em 18 de outubro de 2016

Após curta e tumultuada campanha, resquício de uma pré-convenção desgastante que deixou profundas cicatrizes no PMDB de Tijucas, o engenheiro Valério Tomazi (PMDB) elegeu-se prefeito em 2012. Além da valiosa continuidade, os periquitos ainda receberam outro presente das urnas: a advertência subliminar de que a ideia da “mudança” já permeava os sentidos dos tijuquenses. A magra diferença de votos entre vitoriosos e vencidos era um recado que pedia uma análise detalhada.

Talvez o próprio candidato situacionista tenha percebido que essa transformação seria necessária e salutar. Tanto que tempos antes da votação e, principalmente depois dela, lançou o compromisso público de optar por “perfis técnicos” na condução das pastas da administração municipal. A população comprou a proposta; e aplaudiu. Na prática, porém, a história foi outra. Em 28 de dezembro de 2012, ainda na transição de governo, Tomazi convocou uma coletiva de imprensa para apresentar o novo (?) colegiado. Apenas seis nomes anunciados para as 16 repartições da estrutura municipal não participavam efetivamente do primeiro e segundo escalões da gestão que terminava naquele ano. Antônio Cantalício Serpa, Cláudio Thiago Izidoro, José Teotônio “Zé Pequeno” da Silva FilhoOscar Luiz Lopes, Sivonei Simas e Wilson Bernardo de Souza foram as novidades.

Faça-se um adendo na nomeação de Zé Pequeno como secretário de Obras, Transportes e Serviços Públicos. Ele apenas assumiu oficialmente, em 1º de janeiro de 2013, mas não permaneceu no cargo por problemas de saúde. Gestora da pasta na administração anterior, Eliane Tomaz voltou a ocupar o posto. Portanto, 11 nomes do colegiado de Elmis Mannrich (PMDB) se realocavam no então novo governo.

Tomazi, que pregou “mudança” e deu esperanças àqueles que ansiavam por outros rostos e procedimentos na condução das demandas do município, deixou claras impressões de que sua autonomia era limitada. Cumulativamente, o próprio PMDB começava a zerar o saldo com o eleitorado tijuquense e trocava o recado das eleições por mais quatro anos de endosso ao seu quadro íntimo.

Em 2 de outubro deste ano, as urnas disseram novamente que gostariam de ver caras novas, condutas e horizontes diferentes no trato do patrimônio público. E foi épico. Os rumos alternativos poderiam começar em casa; se a mensagem do processo eleitoral de 2012 não fosse ufanamente desconsiderada, por imperícia ou impotência. A oposição parece ter assimilado melhor o aviso, e lançou o slogan “mudar faz bem” durante a campanha. Era tudo o que os tijuquenses queriam. Havia quatro anos.

Força estranha

Postado em 15 de abril de 2016

Há quem ofereça um olho pela receita da força inexplicável que o suplente de vereador Oscar Luiz Lopes (PMDB) exerce no governo do prefeito Valério Tomazi (PMDB). Além de iniciar a atual gestão como superintendente da Fundação Municipal de Esportes e indicar pelo menos seis nomes para cargos comissionados na administração municipal, ele era ouvidor nomeado no gabinete do chefe do Executivo até dias atrás, quando deixou a função para concorrer novamente à vereança.

Apoiador declarado do ex-prefeito Elmis Mannrich (PMDB) nas prévias do partido, Lopes saiu da prefeitura deixando, inclusive, um substituto da sua inteira confiança no posto que ocupava. O homem, realmente, é forte!