quinta-feira, 29 de janeiro de 2026 VALE DO RIO TIJUCAS E COSTA ESMERALDA

Ex-vereadores sub judice

Postado em 13 de abril de 2021

Os ex-vereadores Airton Antônio DalboscoLeonir José MaestriElio Vill, todos do MDB, de Nova Trento, foram condenados à suspensão dos direitos políticos por oito anos, à perda de cargo ou função pública que porventura exerçam no momento e proibidos de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios por dez anos. De acordo com a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público, eles fraudaram documentos fiscais na prestação de contas referente ao adiantamento de despesas para participação na XVI Marcha à Brasília em Defesa dos Municípios, durante a legislatura 2013-2016.

Dalbosco, Maestri e Vill têm, ainda, que ressarcir integralmente o dano ao erário municipal e pagar multa civil equivalente a duas vezes o valor do acréscimo patrimonial. A decisão é do juiz Alexandre Murilo Schramm, da 2ª Vara da comarca de São João Batista. Da sentença, cabe recurso ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

Suspensão

Postado em 2 de fevereiro de 2021

A ex-prefeita de Bombinhas e deputada estadual Ana Paula da Silva foi suspensa de todas as atividades do PDT por 90 dias. Na prática, ela não pode representar o partido em qualquer situação. A suspensão tem assinatura do presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, que foi ministro do Trabalho no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e com quem a parlamentar bombinense trabalhou, lado a lado, em Brasília.

Paulinha ainda responde a um processo interno por ter apoiado o governador Carlos Moisés da Silva (PSL) em 2020, inclusive, como líder do governo na Assembleia Legislativa.

Joana d’Arc

Postado em 9 de dezembro de 2020

Ex-prefeita de Bombinhas, a deputada estadual Ana Paula da Silva (PDT) vem sendo chamada na mídia catarinense de “Joana d’Arc do impeachment”  por sua defesa contundente e eficaz, praticamente sozinha, durante o quase irreversível processo de cassação do governador Carlos Moisés da Silva (PSL), apesar de não ter morrido na fogueira da Assembleia Legislativa.

Paulinha, aliás, foi líder do governo na Alesc até o afastamento de Moisés, e continua próxima, muito próxima, do chefe do Executivo estadual; e vem orientando o governador, agora, no retorno ao cargo, a conversar mais com o parlamento, com caciques de outras legendas, e melhorar o trânsito político. Nessa matéria, a propósito, ela é expert.

Pega para Cristo

Postado em 30 de novembro de 2020

Personagem em voga na nota “Passaporte rasgado“, de quinta-feira (26) no Blog, a secretária de Educação de Canelinha, Rosângela Maria Leal Cordeiro, garante que se recebesse o convite do prefeito eleito Diogo Francisco Alves Maciel (PSL) para permanecer no posto, não aceitaria. “Desde muito tempo já sinalizei que não queria ficar no cargo. O término da gestão já estava bem presente na minha vida. Não perco nada. Quero acordar tarde, não ter compromisso, ficar na praia e viver feliz ao lado da minha família”, reforça.

Sobre o processo que deve enfrentar na Justiça, movido pela coligação “A Canelinha Que Queremos”, em face da publicação de um vídeo com afrontas ao candidato peesselista, Rosângela diz que foi pega para Cristo. “O vídeo não foi feito por mim e foi compartilhado por muita gente. Agora vamos à defesa”, finaliza a secretária.

Passaporte rasgado

Postado em 26 de novembro de 2020

Entre os planos do prefeito eleito Diogo Francisco Alves Maciel (PSL) para a gestão 2021-2024 em Canelinha, desde a campanha, estaria a manutenção da atual secretária de Educação do município Rosângela Maria Leal Cordeiro no comando da pasta. Mas, dias antes da eleição, ela teria publicado um vídeo nas redes sociais recheado de pesadas críticas ao peesselista — sobretudo com fake news — e rasgado o passaporte para o próximo governo.

Alves Maciel, por sua vez, alertado da publicação na véspera do pleito, chegou a escrever um comentário na postagem, que foi excluída minutos depois. A secretária, além de perder a chance de seguir na gerência da Educação municipal, deve, ainda, responder um processo por calúnia e difamação. A ação, movida pela coligação “A Canelinha Que Queremos”, já estaria tramitando nas orbes judiciais.

Dano moral

Postado em 17 de junho de 2020

A juíza Maria Cristina Slaibi, da 3ª Vara Cível do Rio de Janeiro, condenou o ator e comediante Gregório Duvivier a pagar uma indenização de R$ 25 mil por danos morais ao empresário Luciano Hang, de Brusque, por uma postagem feita no Twitter em maio do ano passado.

Na publicação,  Duvivier escreveu: “to tisti alguém mata o véio da havan (sic)”. Dois dias depois, o comediante usou a mesma rede social para justificar que não estava desejando a morte do empresário, mas “apenas reproduzindo um meme”. Hang processou o artista.

Em sua decisão, a juíza entendeu que Duvivier excedeu o limite da liberdade de expressão ao usar o verbo “matar” na postagem e explicou que a condenação por dano moral tem “caráter repressivo-pedagógico”. A magistrada ordenou ainda que o comediante exclua, em 48 horas, a palavra “mata” da publicação.

Beatificação encaminhada

Postado em 2 de março de 2020

Começa neste mês, segundo o diário do Vaticano, o processo de beatificação do Padre Léo. Fundador da Comunidade Bethânia, em São João Batista, o sacerdote ficou conhecido nacionalmente por suas pregações e por reunir multidões por onde passava. Agora, ele está no caminho para se tornar um dos próximos beatos brasileiros.

A causa ganhou força, inclusive, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Natural de Major Gercino, o deputado estadual Altair Silva (PP) destacou, dias atrás, a história de sofrimento e superação do padre Léo Tarcísio Gonçalves Pereira — que morreu aos 45 anos, em 2007, de infecção generalizada em decorrência de um câncer — e o mérito do reconhecimento pelo grande trabalho do presbítero.

Domingo (29), a Comunidade Bethânia promoveu um bingo, no salão paroquial da Igreja Matriz de São João Batista, para angariar fundos que devem servir à abertura do processo de beatificação.

Reforço no ataque

Postado em 29 de agosto de 2019

“Não existe ganho de causa para a Mitra Metropolitana. Há apenas uma perda, em primeiro grau, de uma ação de usucapião proposta pelo Renascença”, explica a vereadora e advogada Fernanda Melo Bayer (MDB) sobre o imbróglio que envolve o clube, a Igreja e o terreno do Estádio Manoel Franco de Camargo.

Fernanda garante, ainda, que vai provar na Justiça o mérito do Renascença na posse do estádio. “Disse para eles (direção do clube), e digo para quem quiser. Vamos vencer essa questão”, reforça a parlamentar, que deve integrar a próxima diretoria do Verdão da Praça.

Terceiro tempo

Postado em 28 de agosto de 2019

Quando tudo parecia resolvido, eis que surge uma prorrogação no confronto Renascença versus Igreja. O presidente Douglas “Dólar” Porcíncula lavou as mãos e decidiu entregar o comando do clube. Novas eleições foram marcadas para 6 de setembro, e os prováveis futuros diretores pretendem dar sequência na ação de usucapião do Estádio Manoel Franco de Camargo.

Entre os membros da regência vindoura, devem figurar o casal de vereadores Esaú Bayer (MDB) e Fernanda Melo Bayer (MDB) e o ex-presidente Gercy “Pota” Felício — que acionou a Justiça, em 2013, para requerer a posse do terreno.

A direção seguinte, que deve ser homologada caso não surjam chapas concorrentes, entende que o Renascença não pode abrir mão do patrimônio e acredita que a Justiça deva reconhecer, nas próximas ações, a posse do estádio para o clube — mesmo que haja uma decisão recente com ganho de causa para a Mitra Metropolitana de Florianópolis. Advogada, a vereadora teria garantido aos pares que consegue reverter a questão.

Embargos negados

Postado em 26 de agosto de 2019

Os embargos declaratórios do ex-vereador e advogado André Luiz Dadam, de Tijucas, foram negados, semana passada, em julgamento dos réus da Operação Moeda Verde no TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre. Com a ação finalizada, o relator já pode determinar a expedição do mandado para o cumprimento da sentença caso não haja novo recurso.

Dadam, que era servidor da Fatma (Fundação do Meio Ambiente) — hoje IMA (Instituto do Meio Ambiente) — no período das investigações, teve, em junho, em julgamento anterior, a pena reduzida de sete para cinco anos em regime semiaberto. O tribunal considerou que o ato do tijuquense configurou corrupção passiva.